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França

Polícia parisiense reforça segurança para voltar a atrair turistas chineses

media Policiamento em frente a catedral de Notre Dame. /Charles Platiau

Um alto funcionário da polícia parisiense deu detalhes ao jornal 20 Minutes de um plano interno – e secreto – para proteger turistas chineses na capital francesa. “O ministro nos mandou fazer os chineses voltarem”, resume o policial. Ele se refere à queda nas visitas de viajantes asiáticos devido a uma onda roubos nas ruas e em hotéis da cidade.

Pelo menos 26 mil policiais e agentes da cidade estão mobilizados para garantir a segurança dos locais turísticos neste verão. Dez patrulhas monitoram as sete zonas que mais atraem os viajantes: a colina de Montmartre, a avenida Champs-Elysées, a praça do Trocadero (Torre Eiffel), a central de trens Châtelet e a Ópera de Paris.

O principal tipo de delito é o furto, principalmente praticado por batedores de carteira, além do roubo de malas no saguão dos hotéis. O esforço da polícia parisiense fez cair em 26% os roubos contra chineses desde o ano passado. Mesmo assim, não é fácil recuperar a imagem da cidade junto aos asiáticos, ressabiados por uma onda de roubos inclusive em hoteis, principalmente nas cidades da periferia da capital.

Escolta até o hotel

Um proprietário de hotel da cidade de Blanc-Mesnil, localizada no caminho entre o aeroporto Charles de Gaulle e Paris, diz que o movimento de asiáticos caiu de 30% para 12% da ocupação média de seu estabelecimento. Depois de 10 roubos dentro do hotel, o empresário instalou câmeras de segurança e serviço de vigilância.

Turistas chineses são considerados uma presa fácil porque costumam se deslocar com grandes quantidades de dinheiro em espécie. Eles também são os que mais gastam: uma média de € 5.400 por pessoa.

Segundo hoteleiros, a polícia oferece, ainda que extra-oficialmente, um serviço de escolta de ônibus que partem do aeroporto Charles de Gaulle lotados de turistas até seus hoteis. Também foram instalados caminhões que funcionam como postos para registrar ocorrências diretamente nos locais turísticos. O posto da Torre Eiffel, no ano passado, registrou 104 crimes em apenas 62 dias de atividades – uma queixa a cada meia hora. A maioria das vítimas, no entanto, não é de turistas, mas de franceses.

 

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