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França

Milhares de pessoas protestam contra fabricante Monsanto

media Em Paris, protesto contra transgênicos foi até a Torre Eiffel. REUTERS/Mal Langsdon

Milhares de pessoas em todo o mundo protestaram contra a fabricante americana de transgênicos Monsanto, em uma mobilização mundial marcada para este sábado (23). Havia atos previstos em 400 cidades de 40 países. Na França, houve manifestações em 35 cidades, inclusive na capital, Paris.

Entre 2 e 3 mil pessoas participaram do ato na capital francesa. Os manifestantes fizeram uma marcha da praça Denfert-Rochereau até o Campo de Março, em frente à Torre Eiffel. Com placas dizendo “Paris marcha contra a Monsanto”, eles afirmavam não querer mais alimentos geneticamente modificados, que segundo os participantes, fazem mal para a saúde.

A convocação para os protestos tinha sido feita por associações como Greenpeace, Alternatiba e Stop Tafta. Em Rennes, cerca de 1,4 mil pessoas protestaram no centro da cidade. Em Nantes e Lorient, a participação foi equivalente. Em Toulouse, dezenas de manifestantes invadiram a seção de jardinagem de um hipermercado e retiraram frascos de agrotóxicos das prateleiras.

O herbicida Roundup, um dos mais vendidos pela Monsanto, foi um dos alvos preferidos dos manifestantes. Recentemente, o produto foi classificado como “provável cancerígeno” pela agência de pesquisas sobre o câncer da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Minuto de silêncio

O protesto também aconteceu em Estrasburgo, onde fica a sede do Parlamento europeu. Cerca de 1 mil pessoas se deitaram em frente ao prédio do Conselho da Europa para um minuto de silêncio “em homenagem às vítimas do passado e do futuro, envenenadas pelos pesticidas”.

O coletivo Les Engraineurs (“os adubadores”), que organizou a mobilização na França, afirma que o objetivo das manifestações é pedir “uma agricultura respeitosa da saúde dos trabalhadores, dos consumidores, do meio ambiente e das futuras gerações”. Lançada em 2013 pelo movimento Occupy, a Marcha Mundial contra a Monsanto afirma ser “uma dinâmica cidadã, auto-gerenciada por grupos que se articulam localmente”.

Os protestos também aconteceram na Suíça, onde cerca de 2,5 mil pessoas manifestaram na Basileia e em Morgues, onde fica a sede para a Europa, o Oriente Médio e a África da fabricante americana. Em Burkina Faso, em torno de 500 pessoas protestaram em Uagadugu contra a companhia, que introduziu plantações de algodão transgênico no país em 2003.

 

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