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França

Direita reage a nomeação de Ministra da Educação que defendeu casamento gay

media A nova ministra da Educação, Najat Vallaud-Belkacem (ao centro), ao lado do primeiro-ministro Manuel Valls FP PHOTO / JEAN-CHRISTOPHE VERHAEGEN

Em plena volta às aulas, a nova ministra da Educação francesa, Najat Vallaud-Belkacem, se tornou alvo de diversos ataques da direita, que identifica as digitais da socialista em controversos projetos ligados à Teoria do Gênero nas escolas. Ela também apoiou ativamente a aprovação do casamento gay.

A jovem integrante do governo François Hollande foi uma das promotoras, enquanto Ministra dos Direitos das Mulheres, do “ABCD da Igualdade”, projeto destinado a crianças de 5 a 12 anos das escolas francesas, com objetivo de combater os estereótipos de meninos e meninas.

Testado em 600 escolas durante alguns meses, ele acabou sendo abandonado diante da forte pressão de organizações de direita. Muitas delas – especialmente as que fazem o combate ao casamento gay – agora consideram uma provocação a nomeação de Vallaud-Belkacem justamente para a pasta da Educação.

Imprensa hostil à nomeação

Entre os rumores espalhados por seus opositores na internet, está o de que a ministra – que é nascida no Marrocos e foi morar na França com 4 anos – teria mentido sobre sua origem. Há inclusive uma suposta carteira de identidade falsa circulando na rede.

Nos jornais, a hostilidade apareceu no Minute, publicação que será julgada em setembro por ter comparado outra ministra, Christiane Taubira, a um macaco. “Uma marroquina-muçulmana na Educação Nacional: uma provocação”, diz o jornal.

A publicação semanal Valeurs Actuelles traz um perfil da nova ministra cujo título é: “A Aiatolá”. Vallaud-Belkacem reagiu ao Minute citando o humorista Pierre Desproges: “É mais barato ler o Minute do que comprar livros de Sartre: pelo preço de um jornal, você leva ao mesmo a náusea e as mãos sujas”.

 
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