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França

Justiça francesa encerra investigação do acidente do voo AF447

media Coletiva do BEA (Birô de Investigações e Análises), escritório francês que investiga a segurança na aviação civil T.Stivanin

A investigação do acidente do voo AF447, que caiu no dia 31 de maio de 2009 entre Rio e Paris, com 228 pessoas a bordo, foi encerrada pela Justiça francesa nesta quarta-feira (2), de acordo com representantes das famílias das vítimas da catástrofe.

Os familiares agora esperam que a Airbus e a Air France sejam levadas ao tribunal correcional, que julga processos penais em primeira instância.

As partes envolvidas – familiares, Airbus e Air France, indiciadas por homicídio culposo, ainda podem pedir novas averiguações. Agora caberá aos juízes de instrução serem a favor ou contra o arquivamento do inquérito. “Estimamos que há elementos suficientes para que a Airbus ou a Air France sejam condenadas’’, declarou à imprensa o advogado de uma das vítimas, Yassine Bouzrou.

O anúncio do fim da investigação tranquilizou dezenas de familiares, principalmente depois da divulgação de um contra-relatório no dia 30 de abril, que culpa os pilotos pela tragédia, inocentando a Airbus e a Air France. De acordo com o documento, a tripulação teria sido responsável pela perda de controle do avião.

O documento minimiza o papel dos sensores Pitot, que medem a velocidade do avião e desencadearam a série de incidentes que resultaram na catástrofe.

O primeiro relatório apresentado à Justiça em 2012, concluiu que o acidente ocorreu por erro dos pilotos, problemas técnicos e procedimentos pouco adaptados, por falta de treinamento da tripulação. Na ocasião, o congelamento dos sensores Pitot, foi apontado como um dos principais fatores que levaram à tragédia.

A companhia aérea Air France também contestou o documento divulgado neste ano, encomendado pela Airbus, foi e pediu seu cancelamento na Justiça francesa.
 

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