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França

Extrema-esquerda reúne milhares contra austeridade em Paris

media Os militantes de esquerda tomaram as ruas de Paris neste sábado em protesto contra a austeridade. REUTERS/Christian Hartmann

Milhares de pessoas saíram às ruas em Paris neste sábado (12) em protesto contra a política do presidente francês François Hollande. A manifestação foi organizada pelos partidos de extrema-esquerda, que consideram que o atual governo protege os patrões e pune os assalariados com medidas de austeridade.

A manifestação foi convocada pelo partido Frente de Esquerda, liderado por Jean-Luc Mélenchon, o Novo Partido anticapitalista (NPA), de Olivier Besancenot, várias associações e sindicatos. As palavras de ordem da marcha, que começou às 14h (horário de Paris), eram a luta “contra a austeridade, pela igualdade e a partilha das riquezas”. O cortejo saiu da praça da République e seguiu até o bairro de Nation, no leste da capital.

Além de Mélenchon e Besancenot, participaram do protesto o chefe da esquerda radical grega, Alexis Tsipras e o secretário nacional do Partido Comunista francês, Pierre Laurent.

Um abaixo-assinado, que acompanha o manifestação, contou com a adesão de mais de 200 personalidades do país, entre humoristas, atores, sociólogos e sindicalistas. O texto denuncia “o rigor orçamentário e a austeridade impostos pela Comissão Europeia, por François Hollande e pelo governo para satisfazer os mercados financeiros”. Segundo o documento, essa postura provoca um “retrocesso geral dos direitos à educação, ao emprego, uma renda correta, saúde e uma moradia estável e decente”.

As alterações recentes feitas pelo presidente na composição de sua equipe também foram alvo de críticas dos manifestantes. “Hollande se enganou de primeiro-ministro e nos impõe uma mudança que não foi discutida”, declarou o eurodeputado socialista Liêm Hoang Ngoc, que participava do protesto. O novo premiê, Manuel Valls, era um dos principais personagens criticados nos cartazes vistos durante a marcha.

Segundo Mélenchon, a escolha do novo chefe do governo, que representa a ala mais conservadora do PS, “acelerou os preparativos da marcha”. Para ele, Valls “é um socialista que incomoda todo mundo, inclusive os próprios socialistas”.

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