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França

França destrói três toneladas de marfim contrabandeado

media Destruição de marfins em frente da Torre Eiffel, nesta quinta-feira 6 de fevereiro. https://twitter.com/Ministere_DD

O governo francês destruiu esta manhã (6), perto da torre Eiffel, três toneladas de marfim proveniente de apreensões. O objetivo é sensibilizar a opinião pública e mostrar que o país está determinado a lutar contra o tráfico do produto que ameaça os elefantes africanos.

Desde o início da moratória sobre o comércio do marfim, em janeiro de 1990, a França é primeiro país europeu a destruir seu estoque As três toneladas destruídas foram apreendidas pela polícia ao longo dos últimos anos e estavam estocadas no aeroporto internacional de Roissy-Charles de Gaulle, em Paris. A destruição, perto da torre Eiffel, foi pública. Em dezembro o país já havia anunciado um reforço das sanções e dos recursos para investigação desse comércio ilegal.

Outros países

O contrabando de marfim está colocando em risco a sobrevivência da espécie de elefantes africanos. Diante dessa ameaça, as destruições de estoques apreendidos do produto têm se multiplicado no mundo.

Os primeiros países a destruirem seus estoques, no ano passado, foram Filipinas, Índia, Gabão e Quênia. Em novembro de 2013, os Estados Unidos queimaram 5 toneladas de marfim confiscadas nos últimos 25 anos e pediram a outros países para fazer o mesmo.

A China, o maior consumidor mundial do produto contrabandeado, seguiu o conselho e destruiu no início de janeiro seis toneladas de marfim. A operação ganhou destaque na mídia chinesa com o objetivo de recuperar a imagem do país acusado de incitar o contrabando de marfim e a morte dos elefantes africanos. Hong-Kong prometeu que irá destruir este ano 28 toneladas do produto.

Elefantes ameaçados

Para o Fundo Mundial de Proteção dos Animais, “a destruição do marfim contrabandeado é uma mensagem forte que deve contribuir para diminuir a demanda dos consumidores”. Segundo a rede Traffic de vigilância de espécies selvagens, entre 1989 e 2011, 33 toneladas de marfim foram apreendidas na China.

Atualmente, existem apenas 500 mil elefantes na África, metade do número de animais recenseados em 1980. Se eles continuarem a ser mortos no ritmo atual, entre 20 e 25 mil por ano, a espécie pode correr risco de extinção.

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