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Brasil

França pode lucrar com fim de contrato da Embraer com EUA

media O caça francês Rafale, do Grupo Dassault. REUTERS/Pascal Rossignol/Files

O rompimento inesperado do contrato de compra de 20 aviões Super Tucano, da Embraer, pela Força Aérea dos Estados Unidos pode beneficiar a França. Com as relações estremecidas com os EUA na área de defesa, o Brasil pode optar pelo Rafale francês para renovar a frota de caças da aeronáutica.

A Força Aérea americana disse que vai rescindir o contrato de US$ 355 milhões com a Embraer nesta sexta-feira, o que criou uma saia justa com o Itamaraty. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil afirma que a decisão americana prejudica as relações dos dois países na área de defesa. “Em especial pela forma e pelo momento em que se deu. [O governo brasileiro] considera que esse desdobramento não contribui para o aprofundamento das relações entre os dois países em matéria de defesa", diz o texto.

"O governo brasileiro continuará a manter diálogo com as autoridades norte-americanas sobre o assunto”, continua a nota, mas o mal-estar está criado. Analistas e fontes não-identificadas do governo afirmaram que a anulação unilateral do contrato é um fator que pode ser levado em consideração na hora de escolher o novo caça da Força Aérea Brasileira. Analistas também argumentam que a decisão da Índia de comprar as aeronaves francesas também podem influir na decisão.

Autoridades dos Estados Unidos estão no Brasil nesta semana para promover o caça F-18 Super Hornet, da Boeing, que disputa com o Rafale, da francesa Dassault, e com o Gripen, da sueca Saab, um contrato para o fornecimento de 36 aeronaves para a Força Aérea Brasileira (FAB).

O ministro brasileiro da Defesa, Celso Amorim, declarou recentemente que a presidente Dilma Roussef tomará uma decisão sobre a compra dos 36 caças ainda neste semestre. O processo havia sido suspenso por medidas de economia orçamentária.

 

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