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França

Justiça americana libera passaporte de Dominique Strauss-Kahn

media A procuradoria de Nova Iorque retirou as acusações de violação ao ex diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn. REUTERS/Allison Joyce

A Justiça americana liberou nesta quinta-feira o passaporte do ex-diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, informou um de seus advogados, Shawn Naunton. O ex-presidenciável francês aguardava a liberação do documento desde terça-feira.

O Tribunal de Nova York decidiu arquivar as acusações de agressão sexual e tentativa de estupro feitas contra Strauss-Kahn pela camareira Nafissatou Dialo, 32 anos. Com o passaporte liberado, na próxima semana, ele deve viajar para Washington, onde tem uma série de encontros com membros do FMI, indicou um porta-voz do Fundo, David Hawley. De acordo com ele, a visita tem  "caráter pessoal."  O ex-diretor do FMI pediu demissão no dia 19 de maio, dois dias depois de ser preso. Na época, ele reconheceu em uma carta escrita na prisão de Rikers Island que precisava se afastar do cargo para se dedicar ao seu caso, e  "provar sua inocência."

Depois de passar alguns dias em Washington, DSK é esperado na França, onde a expectativa pela sua chegada é grande. Apontado antes do escândalo como um dos favoritos às eleições presidenciais francesas em 2012, ele pode declarar seu apoio a um dos pré-candidatos do partido socialista. As primárias do PS acontecem em outubro. O problema, segundo a imprensa francesa, é que Strauss-Kahn não é mais um aliado dos mais desejados. Mesmo inocentado, o episódio marcou para sempre sua credibilidade.

Em uma pesquisa recente realizada pelo Instituto CSA,  53% dos franceses declararam que não gostariam de ver o diretor do FMI de volta à cena política. Em contrapartida, sua competência nos assuntos econômicos é reconhecida pela maior parte dos entrevistados. Na França, não se descarta a possibilidade de Strauss-Kahn poderia vir a fazer parte do governo caso os socialistas vençam as eleições.
 

 
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