Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 21/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 21/09 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 21/09 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 21/09 09h57 GMT
  • 09h33 - 09h57 GMT
    Programa 21/09 09h33 GMT
  • 09h30 - 09h33 GMT
    Jornal 21/09 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 20/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 20/09 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
França

Justiça francesa condena militares da ditadura de Pinochet

media Familiares das vítimas do regime de Augusto Pinochet presentes na Corte de Justiça em Paris. REUTERS/Charles Platiau

Doze militares e um civil chilenos, além de um militar argentino, foram condenados na França à revelia pelos crimes de sequestro, tortura e desaparecimento de quatro franceses durante a ditadura de Augusto Pinochet no Chile.

 

A justiça francesa condenou 14 pessoas ligadas à ditadura chilena de Augusto Pinochet a penas entre 15 anos e prisão perpétua. Eles foram condenados pelo desaparecimento de 4 franceses durante o regime ditatorial entre setembro de 1973 e dezembro de 1975.

Um dos principais suspeitos era Manuel Contreras, ex-chefe da polícia secreta do general Pinochet. Ele já foi condenado pela justiça e cumpre pena no Chile. A sentença foi promulgada sem a presença dos acusados.

O processo é simbólico, pois os treze condenados chilenos e um argentino não estiveram presentes no processo. Eles responderam por crimes como detenção ilegal e sequestro arbitrário seguido de tortura. O procurador-geral de Paris, François Falletti, declarou, na leitura da sentença, que esse processo era "indispensável para as vítimas, que sofreram barbaramente, para seus próximos e familiares”.

Todos os acusados estão vivos, têm idades entre 61 e 89 anos e endereço conhecido, mas ficaram livres do julgamento em Paris porque o Chile não aceita pedidos de extradição de seus cidadãos e rejeitou os mandados internacionais de detenção emitidos pelos juízes franceses. Cerca de 30 testemunhas foram ouvidas no processo.

Augusto Pinochet esteve no poder entre 1973 e 1990. Ele havia sido indiciado pela justiça, mas sua morte, em 2006, interrompeu o processo. Ele nunca respondeu na justiça pelos crimes cometidos durante a ditadura militar no Chile.
 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.