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França

Primeiro-ministro francês condena projeto de centros de uso de drogas

media Os centros para consumo monitorado do uso de drogas utiliza a política de redução de riscos. by-nc-sa/2.0/ Tiagø Ribeiro

Para François Fillon, a prioridade é reduzir o consumo de drogas. A proposta prevê a abertura de centros onde os usuários seriam monitorados por profissionais da saúde. A ministra da Saúde, Roselyne Bachelot, se disse favorável à medida, que aplica a política de redução de riscos.

O primeiro-ministro francês, François Fillon, condenou nesta quarta-feira a abertura de centros monitorados para o consumo de drogas na França. O debate veio à tona após a publicação de um estudo do Instituto Nacional de Saúde e de Pesquisa Médica, que deu aval à prática. A ministra da Saúde, Roselyne Bachelot, se disse favorável à proposta. Segundo a ministra, ela se enquadraria na política de redução de riscos e seriam alvo de"pré-requisitos indispensáveis", como a proibição, por exemplo, de qualquer tipo de venda.

A redução de riscos propõe conscientizar os usuários de drogas injetáveis, por exemplo, da importância de não partilhar seringas, ou cigarros de maconha ou crack, em vez de convencê-los, desde o início, a deixar o vício. As medidas evitam a contaminação dos usuários de drogas pelo vírus HIV ou da hepatite C.

As salas, que já existem em alguns outros países europeus, seriam supervisionadas por profissionais de saúde. Alemanha, Holanda, Luxemburgo, Noruega e Suíça são alguns dos países que já adotam essa prática. Os usuários chegam com a sua própria droga. Os profissionais do centro se encarregam do aconselhamento psicológico e da prevenção de overdoses. Os usuários também recebem conselhos sobre higiene, especialmente os que usam drogas injetáveis.

Moradores de rua e usuários já portadores de doenças infecto-contagiosas são o público-alvo desses centros. Para Fillon, porém, eles não são "nem úteis, nem desejáveis". O primeiro-ministro francês insistiu que a prioridade do governo é reduzir o consumo de drogas e não acompanhar o vício dos usuários.
 

 
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