Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 14/11 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 14/11 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 14/11 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 14/11 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 14/11 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 14/11 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 13/11 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 13/11 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Europa

Ativista Joshua Wong pede cláusula de direitos humanos em acordos entre EUA e China

media Joshua Wong em Nova York (13/09/19). REUTERS/Shannon Stapleton

O ativista de Hong Kong Joshua Wong pediu nesta sexta-feira (13) para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, incluir a "cláusula de direitos humanos" em qualquer acordo comercial com a China e solicitou o respaldo de Washington para o movimento democrático de sua cidade.

O jovem de 22 anos pediu aos políticos dos EUA que aprovem uma lei expressando apoio à sua campanha pela democracia, durante um discurso em Nova York, poucas horas depois de chegar aos Estados Unidos.

"É importante adicionar uma cláusula de direitos humanos nas negociações comerciais e colocar os protestos de Hong Kong na agenda das negociações comerciais", disse Wong à AFP.
As duas maiores economias do mundo estiveram envolvidas em uma dura guerra comercial no ano passado, que resultou em tarifas sobre bilhões de dólares em intercâmbios comerciais.
Novas negociações comerciais entre Pequim e Washington estão agendadas para outubro.

Temor de tropas chinesas
Wong disse que é crucial que Hong Kong seja um fator nas negociações, dizendo que enfrenta a ameaça de leis de emergência "semelhantes às leis marciais" e teme que a China envie tropas para a região semiautônoma.
"Se a China não pretende salvaguardar a liberdade econômica e a abertura comercial de Hong Kong, isso também afetará e danificará a economia mundial", afirmou.
Wong chegou aos Estados Unidos depois de visitar a Alemanha, enquanto procurava apoio mundial para os crescentes protestos de Hong Kong em favor da democracia que paralisaram partes do centro financeiro da Ásia nos últimos meses.
  

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.