Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 21/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 21/09 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 21/09 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 21/09 09h57 GMT
  • 09h33 - 09h57 GMT
    Programa 21/09 09h33 GMT
  • 09h30 - 09h33 GMT
    Jornal 21/09 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 20/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 20/09 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Europa

Boris Johnson anuncia nova ministra do Trabalho após demissão de Amber Rudd

media Boris Johnson durante uma passagem pela Escócia, 06/09/2019 Andrew Milligan/Pool via REUTERS

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, anunciou neste domingo (8) o nome da substituta para o cargo de ministra do Trabalho e das Pensões após Amber Rudd ter apresentando sua demissão. A escolhida foi Thérèse Coffey, até então ministra do Ambiente que, como Rudd, fez campanha pela permanência do Reino Unido na União Europeia em 2016.

Após ser confrontado com mais uma demissão em seu governo neste sábado (7), Boris Johnson não quis perder tempo para encontrar uma substituta para Amber Rudd. Eleita em 2010, Thérèse Coffey já foi vice-presidente da Câmara dos Comuns, tendo sido nomeada ministra do Ambiente em 2016 por Theresa May. Esteve no Comitê da Cultura, Comunicação e Esportes até ter sido nomeada secretária parlamentar pessoal do então ministro da Energia Michael Fallon.

Com um doutorado em química pela University College London (UCL), Thérèse Coffey é uma fã assumida de futebol, jardinagem e música. Fora do mundo político, passou por empresas como a Mars e a BBC.

Ex-ministra critica “ato de vandalismo político”

A demissão de Amber Rudd apertou ainda mais o cerco ao governo de Boris Johnson. Em sua carta de demissão, Rudd declarou que não podia ficar quieta enquanto “conservadores leais e moderados são expulsos” do partido, referindo-se à expulsão dos 21 conservadores que votaram contra um Brexit sem acordo. Ela definiu as decisões do premiê como “um assalto à decência e à democracia” e “um ato de vandalismo político”.

A ex-ministra explicou que se juntou ao ministério “de boa fé e com consciência que um Brexit sem acordo tinha que estar em cima da mesa”, mas diz que já não acredita que “um Brexit com acordo seja o principal objetivo do governo”.

A saída de Rudd aconteceu depois da demissão do irmão de Boris Johnson, Jo Johnson, e colocou ainda mais pressão nas costas do primeiro-ministro britânico.

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.