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Mídia Ninja aterrissa em Lisboa

Mídia Ninja aterrissa em Lisboa
 
Felipe Altenfelder, co-fundador da Midia Ninja Captura de vídeo RFI

A Mídia Ninja, que nasceu no Brasil, atravessou o oceano e abriu a sua primeira Casa em Lisboa no começo de julho. Eles ocupam o espaço cultural Todo Mundo, que cedeu as suas instalações para que o grupo possa atuar na capital portuguesa. Apesar do pouco tempo desde a abertura, várias personalidades e artistas já passaram por lá para dar apoio ao projeto. Felipe Altenfelder, co-fundador da Mídia Ninja recebeu a RFI para contar como foi esse primeiro voo transcontinental.

“Narrativas independentes, jornalismo e ação. Ninja, mídia Ninja…” essa é a definição que Felipe nos dá sobre o modelo de mídia. Segundo ele, é uma rede de comunicação - talvez seja a maior da América Latina- que ganhou muito destaque durante a cobertura das manifestações de 2013 no Brasil. Naquele momento, acontecia um fenômeno político completamente novo. “E a velha mídia construiu uma representação muito frustrante daquele tecido social que era diverso; e as pessoas frustradas foram para as mídias sociais buscar uma fonte alternativa. E nós estávamos ali na hora certa e no lugar certo, viralizou e se transformou num dos principais veículos que fazem hoje parte de um campo de resistência democrática com o contexto político, que nos foi imposto, desde o golpe da Dilma até a eleição de Bolsonaro” afirma.

A inauguração da Casa Ninja Lisboa contou com a presença de Caetano Veloso, do ex-deputado Jean Willys e da escritora portuguesa Inês Pedrosa. Mas também já estiveram na Casa a atriz Elisa Lucinda, a apresentadora Bela Gil acompanhada do pai Gilberto Gil e outras personalidades da cultura e da política de Portugal.

“São artistas de massa das mais variadas linguagens, que se descobriram ativistas e passaram a fazer parte desta luta. Viram na Mídia Ninja uma referência, um ponto de segurança e de credibilidade. Para se pautar, para adquirir informações… A gente tem lutado e caminhado lado a lado com essas grandes figuras. É uma honra, uma felicidade para nós”, explica o jornalista sobre os eventos programados pela Casa que tem tido um público numeroso, também graças ao apoio de personalidades famosas do mundo da cultura.

Lisboa é primeiro passo internacional

Felipe nos explica o porquê da escolha de Lisboa como primeira etapa para o voo internacional da Mídia Ninja.  Para ele, Lisboa é uma cidade muito interessante por tudo que vive, pela experiência do governo de esquerda, a “Geringonça”. Uma cidade que está situada num ponto de passagem, numa rota forte de pessoas do mundo inteiro; e uma cidade estratégica para partir de uma conexão com o Brasil e também fazer uma ponte entre a América Latina e a África. “ A gente entendeu que Lisboa estava do tamanho da nossa perna para dar esse salto agora e começar essa jornada em outros continentes. Agora é deixar as melhores impressões possíveis, fazer a maior troca de conexões e articulações para que daqui, salte para a África, Nova Iorque… quem sabe um dia na Ásia”, idealiza.

Ele vê com orgulho o sucesso da experiência lusitana: “É muito legal ver essas conexões fluindo de forma orgânica. É interessante porque isso também gera uma agitação, um barulho e uma repercussão. O que temos sentindo aqui é que essa tecnologia social, surgida no Brasil e construída a partir de princípios e valores solidários, coletivos e colaborativos tem tudo para ganhar o mundo e ajudar cada vez mais gente a ter ferramentas na mão e estar empoderado para contar a sua própria história”


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