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Europa

Donald Trump relança guerra comercial entre Airbus e Boeing

media Le président américain Donald Trump a accusé l'UE d'être responsable d'un préjudice évalué à 11 milliards de dollars. REUTERS/Kevin Lamarque

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estimou nesta terça-feira (9) no Twitter que os subsídios da União Europeia à construtora Airbus causaram US$ 11 bilhões por ano em danos à concorrente norte-americana Boeing. Ele anunciou retaliações.

Para Donald Trump, foi “demais”. A União Europeia (UE) deve parar de "se aproveitar" dos Estados Unidos no campo comercial, disse ele nesta terça-feira (9), em sua rede social favorita.

"A Organização Mundial do Comércio diz que os subsídios da UE à Airbus tiveram um impacto negativo nos Estados Unidos, que agora vão impor taxas a 11 bilhões produtos europeus! A UE tem se aproveitado dos Estados Unidos em matéria de comércio há muitos anos. Isso vai parar em breve", twittou o presidente dos EUA.

O texto publicado por Donald Trump sugere que a decisão de impor esses impostos punitivos já foi tomada por sua administração, enquanto o representante de Comércio norte-americano, Robert Lighthizer, publicou nesta segunda-feira (8), uma lista de produtos que poderiam ser atingidos se o bloco europeu não desistisse de alguns subsídios para a Airbus.

As taxas punitivas devem afetar os equipamentos aeronáuticos, mas também os filés de peixe-espada, de salmão, queijo, frutas, azeite e vinho. As tarifas para esses bens podem aumentar para compensar os US$ 11 bilhões em prejuízos anunciados pelos Estados Unidos.

O número é contestado pela União Europeia, que depende da arbitragem da Organização Mundial do Comércio (OMC). O porta-voz da Airbus, Rainer Ohler, disse nesta terça-feira que "não viu nenhuma base legal" para as sanções dos Estados Unidos.

Há 14 anos os Estados Unidos e a União Europeia se acusam mutuamente de auxílios estatais ilegais em benefício de seus respectivos fabricantes de aeronaves. Essa disputa comercial é a mais longa e complicada da OMC.

Washington, como Bruxelas, prometeram repetidamente estar prontos para negociarem, até agora sem sucesso. No entanto, com a retaliação de ambos os lados de bilhões de dólares ou euros, a disputa poderia levar a uma "destruição mútua", segundo Nick Cunningham, analista da Evolution Securities.

 
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