Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 17/06 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 17/06 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 17/06 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 17/06 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 17/06 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 17/06 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 16/06 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 16/06 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Europa

Guaidó pede que Europa intensifique sanções contra governo de Maduro

media O líder opositor e presidente autoproclamado da Venezuela, Juan Guaidó, em 2 de março de 2019. REUTERS/Daniel Tapia

No dia seguinte da expulsão do embaixador alemão da Venezuela, o líder opositor venezuelano, Juan Guaidó, concedeu nesta quinta-feira (7) uma entrevista à revista Der Spiegel, a principal da Alemanha. O presidente autoproclamado da Venezuela pediu que a Europa intensifique as sanções financeiras contra o governo de Nicolás Maduro.

Segundo Guiadó, “a comunidade internacional deve impedir que o dinheiro dos venezuelanos seja mal utilizado para assassinar os opositores e os povos autóctones”;

Na entrevista, publicada no site da Spiegel, Juan Guaidó condenou com veemência a decisão do governo venezuelano de expulsar o embaixador da Alemanha em Caracas. "A Venezuela vive sob uma ditadura que age de uma maneira que constitui uma ameaça para a Alemanha”, alertou. Para Guiadó, que foi reconhecido como presidente autoproclamado por cerca de 50 países, “Maduro ocupa ilegalmente a presidência e não tem legitimidade para declarar um embaixador indesejável”;

O líder opositor, que agradeceu a Alemanha pela ajuda humanitária, completou que o regime ameaçou o embaixador “verbalmente, mas também sua integridade física”.

Expulsão do embaixador alemão

O embaixador alemão Daniel Kriener foi declarado nessa quarta-feira (6) "persona non grata" pelo governo venezuelano, que o acusa de "ingerência nos assuntos internos". O governo deu 48 horas para ele deixar o país.

A Alemanha condenou a expulsão, que considera "incompreensível", além de "agravar situação e não contribuir para melhorar as relações bilaterais". A União Europeia também lamentou a decisão de Caracas. Em comunicado publicado nesta quinta-feira, a chefe da diplomacia do bloco, Federica Mogherini, pediu que o governo de Nicolas Maduro “reexamine” a medida.

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.