Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 19/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 19/09 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 19/09 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 19/09 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 19/09 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 19/09 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 18/09 15h27 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 18/09 15h00 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Europa

Em Berlim e Viena, Haddad vence no segundo turno

media Manifestação contra o racismo e o fascismo que reuniu 40 mil pessoas em Berlim, Alamenha, em 13 de outubro de 2018. Cristiane Ramalho/ RFI

O Candidato do PT, Fernando Haddad, venceu em Berlim, capital da Alemanha, com 73,7% dos votos válidos. Jair Bolsonaro (PSL) teve 26,3%.

Segundo a agência de notícias Deutsche Welle, Haddad venceu em três cidades - Berlim, Colônia e Hamburgo - das cinco cidades onde houve votação na Alemanha e teve 56% dos votos válidos no país. Bolsonaro, que venceu em Frankfurt e Munique por votação apertada, teve 44%.

Na capital alemã, 5.647 eleitores brasileiros estavam aptos a votar, mas apenas 2.194 compareceram às urnas neste domingo. A abstenção foi de 61,2%.

No primeiro turno, a capital alemã deu 34,8% dos votos a Ciro Gomes (PDT) e 20,9% a Fernando Haddad. Em terceiro lugar, aparecia Jair Bolsonaro com 20,3%.

Virada em Viena

Já na capital austríaca, houve uma virada em relação ao primeiro turno. Neste 2º turno, Haddad venceu com 55,78% dos votos válidos e Bolsonaro teve 44,22%.
No primeiro turno, em Viena, os eleitores deram 30,78% dos votos válidos a Jair Bolsonaro, 26,22% para Ciro Gomes (PDT) e 17,89% para Fernando Haddad.

Sarah Heildl, que mora em Salzburgo há 12 anos, aproveitou as férias escolares de outono e foi para Viena alguns dias antes do 2º turno com seus filhos de 10 e 8 anos para conversar com pessoas conhecidas sobre o voto.

“Eu conheço pessoas que iam votar em Bolsonaro porque são antipetistas, não porque gostam dele. Conversei com estas pessoas de peito aberto e acho que mudei alguns votos”, conta.

Mas o que mais a surpreendeu foi que seus filhos entraram na militância e resolveram eles também falar com as pessoas: “Eles católicos praticantes, e argumentaram sobre o que aprendem nas aulas de religião e em casa, sobre amor ao próximo. E também sobre o risco do nazismo, pois o avô deles tinha 5 anos quando começou a Segunda Guerra e ainda hoje é traumatizado”, explica.

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.