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Europa

“Feridas nunca prescrevem", diz papa sobre crimes de padres pedófilos nos EUA

media O papa Francisco em Roma, em 11 de agosto de 2018. REUTERS/Max Rossi/File Photo

O papa Francisco condenou nesta segunda-feira (20) "as atrocidades" cometidas por padres pedófilos na Pensilvânia, nos Estados Unidos, contra mais de mil crianças. A mensagem papal foi publicada em uma carta dirigida ao "Povo de Deus".

"Nos últimos dias foi publicado um relatório que detalha a experiência de pelo menos mil pessoas que foram vítimas de abusos sexuais, abusos de poder e de consciência durante a infância, cometidos por padres durante quase 70 anos", escreve o pontífice na carta divulgada pelo Vaticano.

"Embora possamos dizer que a maioria dos casos pertence ao passado, podemos constatar que as feridas infligidas não desaparecerão nunca, o que nos obriga a condenar fortemente estas atrocidades, assim como a unir esforços para erradicar esta cultura de morte. As feridas nunca prescrevem", completou Francisco.

“Vergonha e dor”

Há três dias, o Vaticano expressou "vergonha e dor" após a revelação de abusos sexuais na Pensilvânia por mais de 300 padres durante décadas. Mas, nesta segunda-feira, Francisco foi mais longe e usou palavras mais duras para comentar o caso.

"Peçamos perdão pelos pecados próprios e alheio. A consciência do pecado nos ajuda a reconhecer os erros, os delitos e as feridas geradas no passado e permite nos abrir e nos comprometer mais com o presente em um caminho de renovada conversão".

O pontífice continuou: "Que o jejum e a oração despertem nossos ouvidos ante a dor silenciada em crianças, jovens e deficientespape. Jejum que nos dê fome e sede de justiça e estimule a caminhar na verdade, apoiando todas as mediações judiciais necessárias".

O papa também fez um apelo à comunidade católica por uma mobilização para "denunciar tudo aquilo coloca em perigo a integridade de qualquer pessoa".

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