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Europa

Maior companhia low-cost da Europa enfrenta pior greve de sua história

media Avião da Ryanair paralisado no aeroporto Charleroi de Bruxelas, Bélgica, 10 de agosto de 2018 REUTERS/Yves Herman

Os pilotos da companhia aérea low-cost Ryanair realizaram nesta sexta-feira (10) a primeira greve coordenada em cinco países europeus onde a empresa opera: Alemanha, Bélgica, Suécia, Irlanda e Holanda. A maior paralisação na história da companhia fez com que 400 voos fossem cancelados, prejudicando 55 mil passageiros, em pleno período de férias de verão na Europa.

Os sindicatos de pilotos exigem aumento nos salários, a integração dos funcionários interinos e contratos de trabalho nos países de residência dos pilotos, já que a sede da companhia é na Irlanda. Na Alemanha, onde 42 mil passageiros foram impactados, os pilotos anunciaram que estão dispostos a enfrentar uma “longa batalha”.

Presente em 37 países com 86 bases, a Ryanair havia, até então, conseguido evitar greves generalizadas em dezembro do ano passado, antes das férias de fim de ano. Mas após negociações frustradas denunciadas pelos sindicatos, não foi possível chegar a acordos coletivos, o que aumentou a tensão entre a companhia e os funcionários. O cancelamento de 400 voos corresponde a 17% dos 2.400 programados diariamente em toda Europa.

Sem indenização

A Ryanair confirmou 85% dos voos e prometeu uma transferência gratuita das passagens para outras datas. Mas se recusou, no entanto, a pagar a indenização para os voos cancelados, prevista pela lei europeia, gerando fortes reclamações dos clientes.

Essa low-cost irlandesa, extremamente criticada pela qualidade de seus serviços, reivindica cerca de 130 milhões de passageiros por ano e pede para que os sindicatos voltem a mesa de negociação ao invés de continuar com "greves injustificadas", segundo a companhia.    

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