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Europa

Fim do périplo marítimo do Lifeline: 233 migrantes descem em Malta, de onde seguirão para oito países europeus

media Migrantes desembarcam do navio da Ong alemã Lifeline em Malta, em 27 de junho de 2018. REUTERS/Darrin Zammit Lupi

O barco humanitário "Lifeline", com 233 migrantes a bordo, entrou nesta quarta-feira (27) no porto de La Valeta, em Malta, após uma semana de espera no Mediterrâneo.  

O navio, fretado pela ONG alemã de mesmo nome, atracou em um dos cais deste porto da capital maltesa, onde tem autorização para desembarcar os 233 migrantes resgatados em frente à costa líbia há uma semana. Eles serão depois distribuídos entre oito países europeus dispostos a recebê-los: Malta, Itália, França, Espanha, Portugal, Luxemburgo, Bélgica e Holanda.

No cais de La Valeta há um importante dispositivo de segurança e as autoridades maltesas poderão começar os exames médicos e as formalidades necessárias com os migrantes, que passaram parte da semana a bordo do "Lifeline" em condições sanitárias muito insuficientes. Três mulheres e seus filhos foram levados para o hospital assim que o barco atracou.

Fim da odisseia de uma semana no mar

O navio havia renovado a noite de terça a quarta-feira seu pedido para entrar em Malta. Ele havia dito que "muitas pessoas a bordo" estavam "enjoadas" e que três estavam na enfermaria, segundo as autoridades maltesas. O barco deveria ser confiscado para fins de uma investigação aberta contra o capitão da Lifeline, culpado, de acordo com o primeiro-ministro maltês, Joseph Muscat, de ter "agido contra as leis internacionais e ignorado as diretrizes das autoridades italianas".

"Finalmente, o Lifeline chegou ao porto! Façam suas doações agora para nossas próximas missões", publicou, no entanto,a ONG alemã no Twitter.

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