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Europa

Cunhado do rei da Espanha condenado por corrupção vai para a prisão

media O cunhado do rei Filipe VI, Iñaki Urdangarín, foi condenado a cinco anos e dez meses de cadeia pelo Supremo Tribunal espanhol. REUTERS/Enrique Calvo/File Photo

O cunhado do rei Felipe VI, da Espanha, Iñaki Urdangarin, condenado a quase seis anos de detenção por corrupção, foi levado nesta segunda-feira (18) para a prisão. O marido da infanta Cristina esteve no centro de um escândalo que abalou o país em 2010 contribuiu para a abdicação do rei Juan Carlos I, em 2014.

O marido da infanta Cristina de Borbón, irmã do rei Felipe VI, entrou na penitenciária de Brieva, a 108 km de Madrid, pouco depois das 8h da manhã (horário local). Urdangarin, medalhista olímpico de handebol, 50 anos, será o único detento homem da prisão reservada a mulheres, com capacidade para 162 pessoas. Urdangarin ocupará uma cela individual, o que é habitual em casos de condenados que recebem a pena quando estão em liberdade.

O ex-campeão de handball tinha até esta segunda-feira (18) para se apresentar e ser preso, depois de ter sido condenado na terça-feira da semana passada a 5 anos e 10 meses de prisão pelo Tribunal Supremo. Urdangarin foi considerado culpado de desvio de dinheiro de milhões de euros doados por organismos públicos ao Instituto Nóos, uma fundação sem fins lucrativos que ele presidia ao lado de seu sócio, Diego Torres.

Os fatos aconteceram entre 2004 e 2006. O marido da infanta Cristina foi condenado por "delitos de prevaricação contínua e malversação, tráfico de influência, fraude à Administração e dois delitos fiscais", de acordo com o tribunal. A sentença de prisão do Supremo, em segunda instância, reduziu a pena pronunciada inicialmente em fevereiro de 2017: seis anos e três meses de prisão, além de multa de € 512.000.

Infanta Cristina pagou multa

A infanta Cristina se tornou durante o processo o primeiro membro da atual família real a sentar no banco dos réus, por supostos crimes contra a Fazenda, mas foi absolvida. O Tribunal Supremo, no entanto, confirmou sua responsabilidade civil como beneficiária dos lucros obtidos por seu marido e determinou uma multa de € 136.950 (inferior aos € 265.000 mil em primeira instância). A quantia já foi restituída. Durante todo o processo, Cristina negou ter conhecimento das atividades do marido e afirmou que confiava nele.

Com o escândalo, no fim de 2011, ainda sob o reinado de Juan Carlos I, Iñaki Urdangarin e a infanta Cristina foram afastados dos atos oficiais da Casa Real e perderam o título de duques de Palma de Mallorca. Os dois viviam desde 2013 em Genebra com os quatro filhos.Em tese, o cunhado do rei Felipe pode, apesar de estar preso, apresentar um recurso ao Tribunal Constitucional, alegando que seus direitos foram violados no processo.

(Com informações da AFP)

 

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