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Europa

“Meghan Markle transformará a monarquia britânica”, diz biógrafo real no Reino Unido

media O príncipe Harry e sua noiva, a atriz Meghan Markle, durante concerto de coral no Castelo de Cardiff, em 18 de janeiro de 2018. REUTERS/Ben Birchall/Pool/File Photo

O príncipe Harry e a atriz Meghan Markle estão destinados a se transformar em um casal ativista que “redefinirá o papel da monarquia britânica”, afirmou nesta quarta-feira (11) o biógrafo do casal, Andrew Morton, cerca de um mês antes do casamento do filho mais novo do Príncipe Charles e da icônica Princesa Diana. Junto com William e Kate, Harry e Meghan deverão formar o “the fab four”, numa referência aos Beatles, outro símbolo britânico.

“[A atriz Meghan] Markle tem ideias próprias para transformar esta tradicional instituição”, prosseguiu Morton, “faltando pouco mais de um mês para o casamento com Harry, o quinto na linha de sucessão ao trono”, afirmou. A cerimônia de casamento acontecerá em 19 de maio, no Castelo de Windsor, no Reino Unido.

"Meghan e Harry serão um casal com poder. Juntos, podem mudar mais coisas", afirma o escritor especialista em família britânica e cujo livro "Meghan: A Hollywood Princess" ("Meghan: uma princesa de Hollywood") será lançado nesta quinta-feira (12) no Reino Unido. "Vamos vê-los mais como ativistas do que qualquer outro casal anterior da Casa Real", acrescentou Morton, que falou com inúmeras pessoas próximas aos dois para escrever o livro.

O biógrafo prognostica que, enquanto o irmão de Harry, o príncipe William, segundo na linha de sucessão, e sua esposa Catherine, serão o rosto da Coroa do Reino Unido, Harry e Meghan passarão mais tempo representando a monarquia na Comunidade Britânica, especialmente na África. Os quatro serão os impulsionadores de uma mudança radical na monarquia, enfatizou, referindo-se aos dois casais como "the Fab Four", o apelido dos Beatles.

“Uma princesa Diana 2.0.”

Na biografia, uma amiga de infância de Markle revela que ela sempre sonhou ser uma "princesa Diana 2.0". Mas Morton, que assina o best seller "Diana: sua história verdadeira", afirma que não se pode comparar a mãe de Harry, que - quando se casou -, era uma moça tímida de apenas 20 anos, com a atriz americana de 36 anos.

Morton diz que Markle é uma pessoa ambiciosa, madura e focada, citando seu trabalho como atriz, blogueira e porta-voz da ONU. "Dá a impressão de ser muito eloquente, reflexiva e segura", acrescentou. O autor acredita que Markle terá de conter um pouco seu ativismo quando se unir à apolítica família real, mas que é suficientemente inteligente para "saber onde se mete".

"Muita gente com que falei acredita que ela proporcionará um frescor à família real, pois tem ideias próprias", comentou. "Ser parte da monarquia não é um sprint, é uma maratona", disse ainda.

“Uma tutora”

Morton acha que a dinâmica do casal é diferente das que viveu Harry com suas namoradas anteriores. "Ele tinha mais a ganhar e Meghan mais a perder ao aceitar ser sua esposa". "Ele se deu conta de que encontrou uma tutora em Meghan. Se deu conta de que ela pode ajudá-lo a ser o homem que sempre quis", enfatizou.

O público britânico que recorda do pequeno Harry aos 12 anos caminhando visivelmente triste atrás do caixão de sua mãe Diana, e percebe que ele se sente feliz com a companhia de Meghan, observa o biógrafo.

Morton considera ainda admirável que Markle, uma pessoa sempre prudente, tenha aceitado ir a um sáfari em Botswana, no continente africano, com Harry, depois de apenas dois encontros.

"Causou surpresa também no Palácio de Buckingham", constatou Morton, revelando que Harry já havia levado quatro amigas para esse tipo de programa. Para continuar na linha sucessória do trono, Harry precisava que a rainha Elizabeth II aprovasse seu casamento. E ela aprovou.

(Com informações da AFP)

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