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Europa

Merkel alerta para nova onda de antissemitismo na Alemanha

media A chanceler Angela Merkel durante evento de seu partido, o CDU, em Berlim, em 26 de janeiro de 2018. REUTERS/Christian Mang

A chanceler alemã, Angela Merkel, denunciou o ressurgimento do antissemitismo em seu país e qualificou como uma "vergonha" que continue sendo necessário proteger os prédios judeus na Alemanha. A declaração foi feita neste sábado (27), data em que se relembra as vítimas do Holocausto.

“Mais do que nunca, é necessário lembrar as milhões de vítimas da Shoah [Holocausto] porque o antissemitismo, o racismo e o ódio ao outro em geral são mais relevantes na atualidade do que foi no ano passado", declarou a chanceler alemã em seu podcast semanal.

"É inconcebível e constitui uma vergonha constatar que nenhum estabelecimento judeu possa existir sem proteção policial [na Alemanha], seja uma escola, ou pré-escola, ou uma sinagoga", acrescentou a chefe de Estado.

A chanceler também reafirmou seu apoio à criação de um cargo específico de comissário contra o antissemitismo no próximo governo alemão, se o seu partido conservador e os socialdemocratas alcançarem um acordo de coalizão definitivo.

As autoridades estão preocupadas pelos sinais do aumento do antissemitismo na Alemanha, proveniente de uma parte de grupos de extrema-direita e também, um fenômeno mais novo, entre imigrantes de países muçulmanos, onde o ódio aos judeus é amplamente estendido.

Uma manifestação recente no centro de Berlim, durante a qual as bandeiras israelenses foram queimadas em protesto contra a vontade dos EUA de transferir sua embaixada para Jerusalém, provocou revolta na Alemanha. Na quarta-feira (31), uma sessão especial do Parlamento está prevista em Berlim para combater o antissemitismo, com testemunhos de sobreviventes dos campos de concentração.

Em 27 de janeiro de 1945, as tropas soviéticas liberaram o campo de extermínio de Auschwitz. Desde 1996, a Alemanha comemora anualmente durante este dia as vítimas do nazismo.

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