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Europa

May detalha questões comerciais do Brexit em reunião em Bruxelas

media A primeira-ministra do Reino Unido Theresa May está em Bruxelas em busca progressos nas negociações do Brexit. Foto do 20/11/17 REUTERS/Geert Vanden Wijngaert/Pool/File Photo

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Junker, e o negociador-chefe do Brexit, Michel Barnier, reúnem-se nesta segunda-feira (4) em Bruxelas com a primeira-ministra britânica, Theresa May, para detalhar as propostas dos britânicos sobre as relações comerciais com o bloco, com a saída do Reino Unido.

O encontro de hoje vai determinar como será a segunda fase de negociações do Brexit entre europeus e britânicos, que deve ser analisada no próximo Conselho Europeu, previsto para os dias 14 e 15 de dezembro. A reunião de cúpula deverá ratificar ou modificar as medidas discutidas hoje pela premiê e os representantes europeus. Se houver avanços, as propostas começarão a ser discutidas em janeiro. A saída definitiva do Reino Unido da União Europeia está prevista para março de 2019.

Os 27 países membros exigem progressos concretos para iniciar a nova etapa de discussões. Os negociadores estão próximos de um compromisso sobre as três principais questões do Brexit, primordiais antes de aprofundar a discussão comercial: o valor que Londres deverá pagar para deixar o bloco, a situação dos europeus que vivem no Reino Unido e dos britânicos na União Europeia, e a fronteira entre a Irlanda do Norte, britânica, e a República da Irlanda, membro da UE.

Em Dublin, o ministro irlandês das Relações Exteriores, Simon Coveney, disse neste domingo (3) não estar certo de que o Reino Unido e a União Europeia deem garantias por escrito de que não haverá a criação de uma fronteira física entre seu país e a Irlanda do Norte, que poderá sair prejudicada comercialmente com o Brexit. “Esperamos que esses encontros possibilitem a abertura de uma segunda fase de discussões”, declarou.

Novo referendo

A metade dos britânicos é favorável a um novo referendo sobre a saída da União Europeia, de acordo com um estudo publicado ontem pelo jornal Mail on Sunday. Segundo a mesma pesquisa, 34% são contrários a uma nova consulta popular e 16% diz não ter opinião sobre a questão. 35% dos interrogados estimam que uma saída da União Europeia, fixada para o dia 29 de março de 2019, terá repercussões negativas.

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