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Europa

Merkel: “divergências profundas” ameaçam governo na Alemanha

media A chanceler Angela Merkel durante pronunciamento em Berlim, em 16 de novembro de 2017. REUTERS/Axel Schmidt

A chanceler Angela Merkel reconheceu nesta quinta-feira (16) a existência de "divergências profundas" entre conservadores, liberais e ecologistas. Partidos tentam chegar a um consenso para formar um governo na Alemanha. Sem um acordo, o país poderia ser obrigado a convocar eleições antecipadas.

"Há divergências, diferenças profundas. É um trabalho difícil, um trabalho muito complicado", disse Angela Merkel aos jornalistas nesta quinta-feira (16), antes do último dia de negociações sobre a formação de uma coalização que constitua a base política do governo alemão, quase dois meses depois das eleições legislativas, que não resultaram em maioria absoluta.

"Acredito que podemos conseguir. Eu tenho a vontade de conseguir, mesmo sendo um trabalho difícil", completou Merkel, demonstrando otimismo.

Depois de semanas de negociações a portas fechadas, marcadas por disputas e ataques públicos recíprocos, os conservadores de Merkel (CDU), seus aliados bávaros (CSU), os liberais (FDP) e os Verdes não chegaram a um acordo sobre os temas mais polêmicos, como impostos, refugiados ou sobre a evolução do bloco europeu.

Posições diametralmente opostas

Tanto na tributação alemã como na reforma da União Europeia, os objetivos climáticos ou na política migratória, os partidos defendem posições às vezes diametralmente opostas.

Merkel, que busca o quarto mandato de chanceler consecutivo, havia estabelecido a data limite de 16 de novembro para chegar a um acordo de princípio para a formação do próximo governo nas negociações preliminares.

Se a meta for alcançada – o diálogo pode continuar até a noite desta quinta-feira - terá início uma negociação para um "contrato de coalizão", que até o fim de ano deve definir a composição do Executivo e estabelecer um programa de governo detalhado.

Em caso de fracasso, e sem maioria alternativa entre os deputados alemães, é provável que sejam convocadas eleições antecipadas nas próximas semanas. Neste caso, Merkel não tem nenhuma garantia de seguir na liderança do grupo político a que pertence.

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