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Europa

Refugiados sírios protestam com greve de fome na Grécia

media Refugiados sírios protestam em frente ao Parlamento grego, em Atenas. REUTERS/Alkis Konstantinidis

Dezenas de manifestantes reunidos em frente ao parlamento grego nesta quarta-feira (1°), em Atenas, declararam greve de fome em protesto contra a lentidão dos processos de reagrupamento familiar.

Os refugiados, principalmente mulheres e crianças sírias, dizem que passaram mais de seis meses - o tempo máximo permitido pela lei europeia - esperando para serem transferidos para junto de suas famílias na Alemanha.

De acordo com a mídia grega, Atenas e Berlim concordaram informalmente em freiar os processos de reagrupamento familiar em maio, apesar do governo grego desmentir o acordo, afirmando que o número de transferências aumentou 27% este ano.

Fluxo migratório aumentou desde agosto

Paralelamente, o ministro grego de política migratória, Yanis Mouzalas, reconheceu na quarta-feira (1°), as grandes dificuldades enfrentadas pelos refugiados que vivem nas ilhas do Egeu, principalmente com a chegada do inverno.

Mouzalas também afirmou que o fluxo migratório aumentou novamente desde agosto, com 5.000 refugiados registrados em setembro, 35% a mais que no ano passado. Os recém-chegados, vindos especialmente da Síria, Iraque e Afeganistão, fizeram piorar a situação dos campos de refugiados gregos. Na ilha de Lesbos, por exemplo, 5.000 pessoas vivem em um campo com capacidade para 2.200.

A situação é especialmente difícil, já que autoridades locais são contra a construção de novos campos e os apartamentos colocados à disposição dos refugiados não dão conta do número de pessoas sem moradia.  

De acordo com Mouzalas, o governo grego está em negociações com autoridades locais para transferir os migrantes e refugiados para quartos de hotel e para aumentar a capacidade de algumas instalações.

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