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Europa

Catalunha: Puigdemont não voltará para a Espanha, diz advogado

media O presidente separatista destituído Carles Puigdemont, viajou para Bruxelas depois de ser denunciado por rebelião e sedição. REUTERS/Jon Nazca/File Photo

O advogado na Bélgica do presidente catalão destituído Carles Puigdemont, Paul Bekaert, afirmou que seu cliente não tem a intenção de retornar à Espanha, porque "há muitas probabilidades de detenção".

Em entrevista ao canal holandês NOS, o advogado do líder catalão disse que, pelo que ele sabe, o retorno à Espanha não acontecerá. "Estamos esperando mais reações das autoridades espanholas para ver o que vai acontecer", completou Bekaert. Nesta terça-feira (31), o líder catalão deu uma entrevista coletiva e negou que pedirá “asilo político” na Bélgica, mas declarou que pretende ficar em Bruxelas “por segurança”.

Puigdemont e outros 13 membros do executivo catalão foram destituídos na sexta-feira (27) pelo governo espanhol depois de declarar a independência unilateral da Catalunha. O primeiro-ministro do país, Mariano Rajoy, também anunciou que vai organizar novas eleições em 21 de dezembro. O presidente catalão destituído diz que aceitará o resultado do pleito.

Convocados para depor

Carles Puigdemont e os membros do governo destituído pelas autoridades de Madri foram convocados para depor na Audiência Nacional. Eles são acusados de rebelião e sedição (revolta contra ordem estabelecida), delitos que podem ser punidos com até 30 e 15 anos de prisão, respectivamente, por estimular um processo de secessão na Catalunha.

Na coletiva de ontem, Puigdemont, declarou que não fugiria da Justiça, mas ele corre o risco de ser preso se voltar para a Espanha. Ontem, ele acusou o Estado espanhol de agir com violência. Ele reiterou que defende o diálogo e negociações pacíficas, e que parte do governo destituído vai se instalar em Bruxelas para buscar apoio institucional.

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