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Europa

Catalunha pode declarar independência apesar de provável perda da autonomia

media Manifestantes na Catalunha. JOSE COELHO/LUSA

Em meio a uma grave crise política, a Espanha vive nesta quinta-feira (26) uma jornada histórica: o Senado iniciará os debates sobre a suspensão da autonomia da Catalunha enquanto os líderes da região ameaçam proclamar definitivamente independência durante uma assembleia no final da tarde.

A assembleia está marcada para às 17h (13h em Brasília). O horário não foi escolhido por acaso pela presidente do Parlamento Catalão, Carme Forcadell. Neste mesmo momento, em Madri, uma comissão do Senado de 27 membros inicia as discussões para decidir se autorizará o governo do premiê Mariano Rajoy a destituir o poder executivo catalão e colocar sob tutela sua polícia e o seu Parlamento.

A decisão, com base no artigo 155 da Constituição, deve ser anunciada nesta sexta-feira (27) e seria válida durante seis meses, até a organização de novas eleições, no início de 2018. Em princípio, o voto dos senadores será favorável ao governo, que também poderá contar com o apoio do partido Socialista e dos liberais do partido Ciudadanos, nascido na Catalunha e contrário à independência.

As ameaças dos separatistas foram reiteradas no dia 19 de outubro pelo presidente do executivo catalão, Carles Puigdemont. Hoje ele declarou que suspender o governo criará uma situação ainda mais grave na Catalunha. Ele prometeu declarar independência se o governo espanhol continuasse a impedir o diálogo e reprimir as manifestações favoráveis à separação.

Nesta quarta-feira (25), Puigdemont convocou os membros do seu gabinete em caráter de emergência. A reunião durou até tarde, segundo a rádio Cadena Ser. De acordo com cotidiano La Vanguardia, o executivo regional está dividido. Neste caso, o líder catalão daria sinal verde ao Parlamento catalão, dominado pelos separatistas, para que ele vote a independência.

Grave crise política

A Catalunha vive sua pior crise política desde o retorno à democracia, em 1977, depois da realização de um referendo em 1° de outubro. Agora o premiê espanhol, Mariano Rajoy, espera que a maioria dos catalães sejam contrários à independência.

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