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Europa

Líder catalão descarta eleição e acusa Madri de acirrar tensões

media O presidente da região autônoma da Catalunha realiza discurso na sede do governo catalão, em Barcelona, em 26 de outubro de 2017. REUTERS/Yves Herman

Primeiro, o discurso foi cancelado. Na sequência, o líder catalão Carles Puigdemont voltou atrás, e anunciou, durante pronunciamento oficial na tarde desta quinta-feira (26), que descartava eleições antecipadas na região autônoma por “não receber garantias suficientes” do governo espanhol sobre a aplicação do artigo 155 da Constituição do país.

Falando diretamente do Palácio da Generalitat, sede do governo da Catalunha, em Barcelona, o presidente da região autônoma afirmou que o Parlamento catalão será responsável por dar a resposta conveniente ao artigo 155 da Constituição espanhola evocado por Madri. Essa resposta poderia ser uma declaração de independência da Catalunha.

“Meu dever é esgotar todas as vias possíveis para encontrar uma solução dialogada, um pacto para evitar o artigo 155”, declarou Puigdemont.

Ele terminou o pronunciamento institucional fazendo um chamamento para a Paz e para o “compromisso com a cidadania”: “apenas dessa maneira poderemos sair ganhando”, afirmou o líder da Catalunha.

Puigdemont disse ainda que tentou “obter as garantias para realizar essas eleições [antecipadas]”, mas que não obteve uma resposta responsável do PP [partido do premiê espanhol Mariano Rajoy] que "aproveitou para aumentar a tensão".

Reação de Madri

A vice-presidente do governo espanhol, Soraya Sáenz de Santamaría, defendeu nesta quinta-feira medidas para intervir na autonomia da Catalunha, alegando que são necessárias para que se abra "uma nova etapa em que a lei seja respeitada".

Na sexta-feira (27), o Senado deve autorizar a tomada do controle da região autônoma por Madri, como forma de enfrentar as ambições separatistas das autoridades catalãs.
 

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