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Europa

Ministra do Interior de Portugal pede demissão após incêndios florestais

media Mortes nos incêndios florestais causam demissão de ministra do Interior de Portugal Spanish Defence Ministry/UME/Luismi Ortiz

A ministra do Interior de Portugal, Constança Urbano de Sousa, pediu demissão nesta quarta-feira (18) após as fortes críticas ao governo por sua gestão dos incêndios florestais, que deixaram mais de cem vítimas em quatro dias.

O primeiro-ministro Antonio Costa, à frente de um Executivo que governa em minoria com o apoio da esquerda radical, aceitou a demissão.

O partido conservador CDS-PP exigia a saída da ministra desde segunda-feira (16), quando o balanço de vítimas dos incêndios no país começou a aumentar.

Mas o primeiro-ministro resistiu em um primeiro momento e chegou a afirmar que era "uma atitude um pouco infantil acreditar que as consequências políticas passam pela demissão dos ministros".

Grandes incêndios florestais deixaram 41 mortos e 71 feridos no domingo e na segunda-feira, segundo a Proteção Civil. Em junho, 64 pessoas faleceram em um incêndio perto de Pedrógão Grande, no centro do país. Esta temporada de incêndios é a mais letal da história de Portugal.

Na terça-feira à noite, centenas de pessoas protestaram em Lisboa contra o governo, aos gritos de "vergonha" e "renúncia". A manifestação foi convocada por um grupo de cidadãos no Facebook.

"Cem pessoas morreram e ninguém assume a responsabilidade. Precisamos de respostas", afirmou um manifestante.

O primeiro-ministro se comprometeu na segunda-feira a realizar "reformas profundas" na administração das florestas e para prevenir incêndios.

(Com informações da AFP)

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