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Europa

Polícia tenta impedir referendo separatista na Catalunha

media Um militante pela independência da Catalunha enfrenta policiais espanhóis em Sant Julià de Ramis, neste 1° de outubro de 2017. REUTERS/Juan Medina

Apesar de ações violentas da polícia para impedir o referendo separatista, os catalães desafiam Madri e votam neste domingo (1). Nesta manhã, a polícia dispersou com balas de borracha uma manifestação pró-independência em Barcelona. Em toda a região, os policiais deixaram ao menos 38 feridos.

As seções eleitorais para o referendo separatista, organizado unilateralmente pelo governo autónomo da Catalunha e contestado por Madri, abriram às 7h da manhã, pelo horário local (2h da manhã em Brasília). Milhares de pessoas se reuniram diante dos locais para votar em cidade como Girona, Barcelona ou Figueras.

Mas os policiais invadiram ou cercaram as seções de votação e confiscaram de cédulas eleitorais. Os catalães tentaram proteger os prédios e houve confrontos. Os serviços de emergência da Catalunha anunciaram já ter socorrido 38 pessoas, basicamente por contusões, desmaios ou ataques de pânico. Entre os feridos, três estão em estado mais grave e nove tiveram que ser hospitalizadas.

Violência injustificável

Como outros eleitores, o presidente separatista da região, Carles Puigdemont, conseguiu votar nesta manha. Ele denunciou "uma violência injustificável".

O governo espanhol disse ter sido obrigado pelas autoridades catalãs a enviar a polícia à região para impedir o referendo, considerado ilegal pela Justiça. Madri pede que o governo da Catalunha ponha "um fim a essa farsa" do referendo.

Mesmo se vários locais de votação foram interditados pela polícia, o governo regional afirma que dispõe de um "censo universal" permitindo que os 5,3 milhões catalães votam em qualquer seção eleitoral da região. A adesão à independência da região ganha terreno desde os anos 2010, mas os catalães continuam divididos sobre a separação com a Espanha. No entanto, eles são mais de 70% a apoiar a realização de um referendo sobre o tema.

O jornal El Pais desde domingo estampa em sua primeira página que a "democracia espanhola está diante de seu maior desafio, desde a morte do ditador Francisco Franco, em 1975".

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