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Europa

ETA critica repressão do governo espanhol a referendo catalão

media Manifestante defende separação da Catalunha REUTERS/Susana Vera

O grupo separatista ETA criticou nesta quarta-feira (27) a posição do governo em relação aos separatistas da Catalunha. De acordo com um comunicado divulgado pelo governo basco Gara, “o Estado espanhol é uma prisão para os povos negando a identidade nacional dos países catalães”.

De acordo com o ETA, a crise entre os dirigentes separatistas catalães, que pretendem organizar um referendo proibido pelo governo, no dia 1° de outubro, mostra que o governo espanhol tem um problema estrutural. “Depois de quatro décadas, o regime de 1978, data em foi adotada a Constituição, mostra suas verdadeiras intenções: imposição, dependência e opressão”, diz o texto do comunicado.

Os separatistas da Catalunha, que estão no poder desde 2016, decidiram organizar no próximo domingo um referendo sem o acordo o Madri, apesar do veto da Corte Constitucional. A decisão, unilateral, desencadeou uma crise institucional sem precedentes desde a tentativa de golpe de Estado do coronel Tejero em fevereiro de 1981, como lembra a edição de hoje do jornal El País. Mais de 70% dos catalães são favoráveis a um referendo legal.

Prisão de dirigentes

No dia 6 de setembro, o Parlamento catalão votou uma lei para organizar o referendo, independentemente da proibição constitucional, o que levou o governo a pedir a prisão de diversos representantes da região.

A crise acontece poucos meses depois do anúncio do desarmamento do ETA, em abril, que encerrou um período violento no norte da Espanha. No domingo, o presidente basco Iñigo Urkullu pediu ao governo espanhol que reconhecesse o referendo catalão, seguindo o modelo da Escócia e região do Quebec, no Canadá.

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