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Europa

Polícia da Catalunha encontra 120 botijões de gás para "um ou vários atentados"

media Explosão em uma casa de Alcanar, ao sul de Barcelona, na quarta-feira (16), resultou de uma manipulação incorreta de explosivos. JOSE JORDAN/AFP

Em coletiva de imprensa realizada neste domingo (20), a polícia da Catalunha anunciou ter encontrado 120 botijões de gás em Alcanar, 200 quilômetros ao sul de Barcelona. O material seria utilizado em "um ou vários atentados" com bombas em Barcelona.

O grupo que perpetrou os atentados em Cambril e em Barcelona na última quinta-feira (17) preparava ataques de maiores dimensões, mas seus planos foram frustrados por uma explosão que destruiu parte do material que seria utilizado. O incidente foi o resultado da manipulação incorreta de explosivos na quarta-feira (16) em uma casa da cidade de Alcanar, 200 quilômetros ao sul de Barcelona.

"O grupo havia planejado um ou mais atentados na cidade de Barcelona com o uso de explosivos, naquele dia ou um dia depois", afirmou o comandante da polícia da Catalunha, Josep Lluis Trapero, em coletiva de imprensa neste domingo.

Segundo a imprensa espanhola, um dos alvos dos terroristas seria a basílica da Sagrada Família, emblemática igreja de Barcelona concebida pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí.

Ao menos uma pessoa morreu na explosão de Alcanar. Os investigadores suspeitam que a vítima seja Abdelbaki As Satty, imã marroquino de 40 anos, que vivia em Ripoll, no nordeste da Espanha. Ele é suspeito da radicalização do grupo que perpetrou os atentados na Catalunha e está desaparecido desde terça-feira (15). 

De acordo com o jornal espanhol El País, o imã foi preso em 2012, devido a irregularidades em seu visto de residência na Espanha. No presídio de Castellon ele teria conhecido terroristas que organizaram os atentados coordenados na estação de Atocha, em 2004, que deixaram 191 mortos. 

Motorista de Barcelona pode estar na França 

A polícia catalã não sabe se o suposto motorista do veículo que matou 13 pessoas em Barcelona continua na Espanha ou fugiu para o exterior. De acordo com a imprensa espanhola, o principal suspeito é o marroquino Younes Abouyaaqoub, de 22 anos.

Ao ser questionado por jornalistas franceses se o suposto motorista poderia estar na França, o comandante da polícia da Catalunha afirmou que a hipótese não está excluída. Segundo ele, os controles na fronteira entre a Espanha e a França foram reforçados. 

Os investigadores também reiteraram que célula jihadista que cometeu os atentados em Barcelona e Cambrils "está neutralizada". A polícia conhece a identidade dos 12 integrantes do grupo: quatro suspeitos continuam detidos para interrogatório. 

O balanço de vítimas não mudou desde sexta-feira (18). Nos total, 14 pessoas morreram e mais de 120 ficaram feridas nos ataques, dezenas continuam hospitalizadas. O Itamaraty informou que não há brasileiros entre as vítimas. 
 

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