Ouvir Baixar Podcast
  • 08h57 - 09h00 GMT
    Flash de notícias 18/11 08h57 GMT
  • 08h33 - 08h57 GMT
    Programa 18/11 08h33 GMT
  • 08h30 - 08h33 GMT
    Jornal 18/11 08h30 GMT
  • 14h27 - 14h30 GMT
    Flash de notícias 17/11 14h27 GMT
  • 14h06 - 14h27 GMT
    Programa 17/11 14h06 GMT
  • 14h00 - 14h06 GMT
    Jornal 17/11 14h00 GMT
  • 08h36 - 08h57 GMT
    Programa 17/11 08h36 GMT
  • 08h30 - 08h36 GMT
    Jornal 17/11 08h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Europa

Reino Unido tem menor desemprego desde 1975

media Trabalhadores cruzam a ponte de Londres na hora do rush em 16 de agosto de 2017. REUTERS/Toby Melville

A taxa de desemprego no Reino Unido caiu a 4,4% no fim de junho deste ano, o menor nível desde 1975, anunciou nesta quarta-feira (16) o Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês).

O índice, que era de 4,5% no fim de maio de 2017, é melhor que o previsto pelos economistas, que esperavam uma repetição deste resultado. No momento da vitória do Brexit no referendo de junho de 2016, o desemprego era de 4,9%.

Durante o período de três meses de abril a junho de 2017, havia no Reino Unido cerca de 1,48 milhões de desempregados, 157 mil menos que o ano anterior. Enquanto isso, 32 milhões de pessoas foram empregadas no período, 338 mil mais que há um ano. No total, 75,1% das pessoas com idades entre 16 e 64 anos conseguiram vagas de trabalho, o maior percentual desde 1971.

Esses números se devem ao aumento de 334 mil novos contratos, numa diminuição de freelancers. A queda do desemprego foi acompanhada ainda por uma redução de 20 mil (em um total de 883 mil) dos chamados contratos de "zero horas", que não garantiam um salário fixo aos trabalhadores.

A ONS também publicou, como de costume, dados sobre a evolução dos salários (incluindo bônus), que subiram 2,1% entre abril e junho de 2016 para 2017. O crescimento foi mais forte do que o esperado (+ 1,8%), mas permanece mais baixo do que a inflação, que alcançou 2,6% no fim de junho, como resultado de um aumento no custo dos produtos importados devido à fraqueza da libra.

Queda do poder de compra

Em consequência, o poder de compra das famílias caiu 0,5%. Howard Archer, economista do EY Item Club, estima, no entanto, que o crescimento dos salários é em parte explicado pelo pagamento de bônus no setor financeiro. "Apesar de um abrandamento da atividade econômica, o emprego permanece sólido, mas não resulta em aumento da receita", explica ele.

"As empresas continuam claramente inclinadas a limitar salários quando enfrentam um clima econômico difícil e quando os custos de produção subiram acentuadamente com o enfraquecimento da libra", completou Archer.

O declínio do poder de compra suscita preocupações de muitos economistas e nutre a desaceleração da economia britânica desde o início do ano. Ao mesmo tempo, a incerteza em torno das negociações sobre o Brexit começa a pesar sobre o investimento empresarial.

Os salários aumentaram apenas 2,1% entre abril e junho de 2017, na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, uma progressão que ficou abaixo da inflação, que era de 2,6% no fim de junho.

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.