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Europa

Portugal sofre com nova onda de incêndios florestais

media Bombeiros tentam conter a nova onda de incêndios em Portugal. PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP

Após algumas semanas de calmaria, uma nova onda de incêndios voltou a devastar as florestas portuguesas. Cerca de 3 mil bombeiros tentam conter as chamas em vários locais do país. Estradas e linhas ferroviárias foram fechadas.

O foco mais importante é na cidade de Abrantes, na região central. Cerca de 650 bombeiros atuam com a ajuda de aviões. “O combate contra as chamas é muito difícil e a situação está longe de ser controlada”, informou a prefeita do município, Maria do Céu Albuquerque. Diante do número de focos de incêndio, duas aeronaves Canadair vindas da Espanha e uma do Marrocos participam da operação para tentar conter o fogo.

Vários vilarejos, como Medroa e Pucariça, na mesma região, ou Braçal, mais ao norte, já foram evacuados durante a tarde desta quinta-feira (10). Imagens da televisão local mostram moradores desesperados tentando apagar o fogo com mangueiras ou apenas com a ajuda de baldes d’água.

Algumas estradas tiveram seus acessos fechados. A A1, principal via de Portugal, que liga Lisboa ao Porto, teve um trecho de cerca de 10km interditado. Em Grânola, na região de Setúbal, no sul do país, outro incêndio obrigou as autoridades a suspenderem o tráfego ferroviário da Linha Sul, que faz a ligação entre a capital e a região turística do Algarve, muito frequentada nesta época do ano.

Em meados de junho, um gigantesco incêndio em Pedrógão Grande fez 64 mortos e mais de 200 feridos. Os bombeiros levaram cinco dias para controlar as chamas. Desde então, Portugal adotou uma série de medidas para diminuir em seu território o número de eucaliptos, árvore altamente inflamável, cuja presença tornava o combate ao fogo ainda mais difícil.

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