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Europa

Onda de calor provoca novos incêndios florestais na Europa

media Incêndio florestal em Castagniers perto da cidade de Nice estava quase sob controle na manhéa desta terça-feira, 18 de julho de 2017. REUTERS/Eric Gaillard TPX IMAGES OF THE DAY

A onda de calor continua provocando graves incêndios florestais no sul da Europa. Centenas de bombeiros combatem as chamas em vários pontos, principalmente da França, Portugal, Itália e Croácia. Centenas de hectares de mata já foram destruídos.

As queimadas se multiplicam há alguns dias na França, provocados por ventos fortes, temperaturas altas, de até 38°C nesta terça-feira, e seca. Os bombeiros conseguiram controlar parcialmente dois incêndios perigosos, próximos de zonas urbanas. O primeiro, nas proximidades de Nice, é o mais grave na região em 10 anos, e destruiu 100 hectares. O segundo, em Bonifácio, na ilha da Córsega, devastou 200 hectares.

Em Portugal, ainda traumatizado pelo incêndio mais mortal da história do país que deixou 64 mortos no final de junho, três grandes incêndios voltaram a preocupar as autoridades e a população. Os focos estão localizados no norte do país, nas regiões de Vila Real, Guarda e Mangualde. Quase de 1.400 bombeiros e 12 aviões ou helicópteros estão mobilizados para combater as chamas.

Na Itália, mais de mil focos foram registrados apenas na segunda-feira (17). O principal incêndio, provavelmente provocado por piromaníaco, destruiu parte de um parque natural nos arredores de Roma.

Croácia e Montenegro

Uma das localidades europeias mais afetadas é o balneário de Split, a segunda cidade da Croácia, onde desde domingo 4.500 hectares de mata foram destruídos. Ao menos 80 pessoas, principalmente bombeiros, ficaram levemente feridas. Várias casas e carros queimaram. Na noite de segunda-feira, o fogo se aproximou do centro de Split, provocando a evacuação de um shopping. Um aterro sanitário pegou fogo, mergulhando a cidade da costa do mar Adriático em uma espessa nuvem de fumaça preta.

No vizinho Montenegro, os incêndios florestais obrigaram a retirada de cerca de 100 pessoas que estavam acampadas na península de Lustica (oeste). A situação começou a melhorar com a queda da intensidade do vento. O país pediu ajuda internacional para combater o fogo. Além do apelo ao mecanismo de defesa civil da União Europeia, os prefeitos das cidades costeiras de Kotor, Tivat e Herceg Novi pediram aos governos dos países vizinhos - Croácia, Bósnia e Sérvia - que enviem aviões-tanque.

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