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Europa

Putin e Trump se encontram pela primeira vez no G20 da Alemanha

media O presidente russo Vladimir Putin e seu homólogo russo Donald Trump se encontram pela primeira vez no G20 de Hamburgo, na Alemanha. REUTERS/Carlos Barria

Pela primeira vez, Donald Trump e Vladimir Putin ficaram cara a cara. O primeiro aperto de mão aconteceu durante a foto oficial do G20, que acontece nesta sexta-feira (7) e neste sábado (8) em Hamburgo, na Alemanha.

De Hamburgo para a RFI

O clima era aparentemente amigável. Diante das câmeras, os dois homens trocaram sorrisos, e inclusive o presidente americano colocou a mão no ombro de Putin e deu um tapa nas costas.

Ainda ontem, em Varsóvia, na Polônia, Trump criticou o presidente russo, falando que o país desestabilizava a região. Além disso, Donald Trump irritou Moscou ao ordenar a primeira resposta americana contra o regime sírio, aliado de Moscou, após um ataque químico em 4 de abril imputado às forças de Bashar al-Assad. O presidente americano considerou ser "possível" que os russos estavam cientes do ataque e tratou o presidente sírio de "açougueiro" e "animal". Ele prometeu novas represálias em caso de novos ataques químicos.

A destruição de um avião sírio pelos Estados Unidos em 18 de junho, descrito como "agressão" por parte da Rússia, também adicionou combustível ao fogo. Os americanos também temem a crescente rivalidade entre as forças que apoia no terreno na Síria e o exército do regime, num momento em que a batalha de Raqa, último grande reduto do Estados Islâmico (EI) no país, se acirra. Pelas mesmas razões, no entanto, Donald Trump que fez da luta contra a EI uma prioridade, poderia ser tentado a procurar um terreno comum com Moscou antes de avançar para uma desescalada na Síria.

Outro ponto sensível são as acusações de conluio entre a Rússia e membros da equipe de campanha de Donald Trump. Várias pesquisas, incluindo uma conduzida pelo FBI, estão em curso sobre estas ligações com a Rússia. Donald Trump nega as acusações vigorosamente. Em outubro de 2016, todas as agências de inteligência dos Estados Unidos confirmaram publicamente uma ingerência de Moscou. Em janeiro de 2017, chegaram a dizer que Vladimir Putin lançou a ordem.

No caso da Otan, Moscou percebe toda expansão da organização como um sinal de agressão. Em várias ocasiões, os russos consideraram que um aumento das forças da Aliança Atlântica nos países bálticos, na fronteira russa, afetava o equilíbrio de forças. Por sua vez, o presidente americano Donald Trump pediu que a Otan se concentre principalmente nas "ameaças da Rússia", durante uma cúpula da Aliança no final de maio em Bruxelas.

Temer e Macri

Já o presidente brasileiro Michel Temer participou agora à tarde de um encontro com o presidente argentino Maurício Macri e o presidente da comissão europeia Jean-Claude Junker. Eles discutiram sobre o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia.

Na chegada a Alemanha,  o presidente Temer disse que não existe crise econômica no Brasil e que o setor de indústria e agro-negócio voltaram a crescer.

O presidente negou ainda que a crise política atrapalhe a economia do país.

Nas ruas de Hamburgo, o clima continua tenso. Vários carros de policia foram incendiados hoje pela manhã. O porta-voz da polícia de Hamburgo anunciou que pediu reforços para outras regiões do país.

Cerca de 20 mil policiais já estão presentes aqui em Hamburgo.

Em compensação, o número de manifestantes é cinco vezes maior: estima-se em mais de 100 mil pessoas durante os dois dias do G20.

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