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Europa

Incêndio florestal deixa dezenas de mortos em Portugal

media O incêndio florestal continua a se alastrar na região de Pedrógão Grande, a 200 km ao nordeste de Lisboa. REUTERS/Rafael Marchante

O último balanço, divulgado no final da manhã deste domingo (18) indica que 57 pessoas morreram no incêndio florestal em Portugal. Quase 60 pessoas ficaram feridas, informou o secretário de Estado do Interior, Jorge Gomes. O fogo começou na tarde de sábado (17) em Pedrógão Grande, na região de Leiria, no centro do país. O forte calor e o vento ajudaram a alastrar rapidamente o incêndio que continua neste domingo.

O número de vítimas fatais não para de subir e pode aumentar ainda mais, transformando este incêndio florestal no pior da história de Portugal. No sábado, a morte de 19 pessoas havia sido registrada. Várias vítimas foram surpreendidas pelas chamas quando dirigiam seus carros em uma estrada da região.

Um raio, que caiu em uma árvore, teria provocado o incêndio. O secretário do Interior informou que as chamas se propagaram "com muita violência" e "de maneira inexplicável", avançando em quatro frentes. A forte onda de calor atinge Portugal, com temperaturas que superaram os 40 graus em várias regiões.

O incêndio cercou vários povoados, o que dificulta no momento uma avaliação sobre o total dos danos. O presidente português, Marcelo Rebelo, visitou na última noite o local da tragédia e expressou seu sentimento de pesar pelas vítimas.

Reforço de dois aviões no combate ao fogo

O combate ao fogo continua. Segundo Proteção Civil portuguesa, quase 700 bombeiros e mais de 200 caminhões estão mobilizados. Neste domingo, dois aviões chegam da Espanha para ajudar no combate as chamas.

A Comissão Europeia propôs neste domingo ajuda ao governo português. O ministro francês do Interior, Gérard Colomb, também colocou à disposição de Lisboa três aviões especializados na extinção de incêndios florestais.

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