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Europa

Ruptura com Donald Trump representa uma chance para Europa

media Capa do jornal francês Libération desta quinta-feira (1) com a manchete "Europa: obrigado Trump". Reprodução

A imprensa francesa analisa nesta quinta-feira (1) a relação glacial que se instalou entre a Europa e os Estados Unidos após o giro do presidente americano, Donald Trump, no continente.

Para o jornal Libération, Trump demonstrou em suas declarações "o pouco caso" que faz da União Europeia, da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e provavelmente do Acordo do Clima de Paris. Segundo o jornal de tendência de esquerda, essa situação tem o mérito de levar os europeus a se unir pelo fortalecimento do bloco. E mais do que legislar apenas a favor da livre circulação de dinheiro e mercadorias, os europeus devem mostrar que são capazes de proteger seus trabalhadores, com uma política voluntária de atenuação dos sacrifícios impostos à população de baixa renda, defende o jornal Libération.

O conservador Le Figaro faz a mesma análise. O republicano que apostava no desmantelamento da União Europeia já está provocando o efeito inverso. "O desprezo de Trump pela Europa e pela Otan desperta o bloco do estado de apatia e pode ser considerado um sucesso diplomático planetário", escreve o Le Figaro. Agora cabe à líder alemã Angela Merkel e ao presidente francês, Emmanuel Macron, evitarem a recaída concretizando as ambições econômicas, sociais e de manutenção da segurança no bloco, enfatiza o Le Figaro.

Distanciamento favorece retomada da integração

O diário econômico Les Echos concorda que a atitude de Trump em relação a Merkel durante a reunião de cúpula do G7, na Itália, acabou de convencer a chanceler alemã a se distanciar de Washington. "Essa ruptura histórica dá uma chance única à retomada da integração europeia", diz Les Echos em chamada de capa.

Sobre a provável saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas, o diário econômico considera que o revés no combate ao aquecimento global poderá ser mais ou menos nocivo. Tudo vai depender da fórmula escolhida pela administração republicana. Uma das consequências, porém, está clara: a imagem de Trump sairá maculada desse processo.

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