Ouvir Baixar Podcast
  • 08h30 - 08h36 GMT
    Jornal 18/12 08h30 GMT
  • 14h27 - 14h30 GMT
    Flash de notícias 17/12 14h27 GMT
  • 14h06 - 14h27 GMT
    Programa 17/12 14h06 GMT
  • 14h00 - 14h06 GMT
    Jornal 17/12 14h00 GMT
  • 08h57 - 09h00 GMT
    Flash de notícias 17/12 08h57 GMT
  • 08h33 - 08h57 GMT
    Programa 17/12 08h33 GMT
  • 08h30 - 08h33 GMT
    Jornal 17/12 08h30 GMT
  • 08h36 - 08h57 GMT
    Programa 15/12 08h36 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Europa

Alemanha nega acusações de Trump sobre dívida com a Otan

media Angela Merkel e Donald Trump em Washington REUTERS/Jonathan Ernst

A Alemanha negou as acusações do presidente americano, Donald Trump, sobre uma suposta dívida com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) devido a gastos militares insuficientes.

"Não existe uma conta onde são registradas dívidas na Otan", declarou a ministra alemã da Defesa, Ursula von der Leyen, próxima à chanceler Angela Merkel, em um comunicado divulgado neste domingo.

A ministra acrescentou que os gastos a favor da Otan não devem ser o único critério para medir os esforços militares da Alemanha.

Trump criticou na terça-feira a Alemanha, afirmando em um tuíte que este país deve pagar mais pela proteção militar que recebe da Otan e dos Estados Unidos.

"A Alemanha deve enormes somas de dinheiro à Otan e os Estados Unidos devem receber um pagamento maior pela poderosa e muito onerosa defesa que fornecem à Alemanha", tuitou o presidente americano um dia depois de se reunir com a chanceler alemã na Casa Branca.

Compromisso de 2014

Na reunião, Merkel reafirmou que seu país respeitará o compromisso fechado na Otan em 2014, que prevê que os países membros aumentem seus gastos militares a 2% do PIB em um prazo de dez anos. A Alemanha contribui atualmente com 1,2% e são poucos os países da Otan que chegam a 2%.

Neste domingo, a ministra da Defesa afirmou que o prometido aumento dos gastos militares não envolve apenas a Otan. "Querer vincular os 2%, que queremos alcançar na metade da próxima década, apenas com a Otan é errado", declarou.

Os gastos militares também estão destinados "as nossas missões de paz no âmbito da ONU, as nossas missões europeias e a nossa contribuição na luta contra o Estado Islâmico", argumentou a ministra.
 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.