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Casa do Brasil na França: muito mais que uma residência universitária

Casa do Brasil na França: muito mais que uma residência universitária
 
A diretora da Fundação Casa do Brasil, Leda Guillemette RFI

Conhecida entre muitos universitários brasileiros que passaram pela França, a Fundação Casa do Brasil é uma das principais referências para os estudantes e pesquisadores que procuram moradia quando desembarcam em Paris. Leda Guillemette, que termina seu mandato de dois anos como diretora da instituição, explica o funcionamento do local e conta como o prédio, projetado por Lúcio Costa e construído por Le Corbusier, se tornou um ponto turístico e de programas culturais.

O que têm em comum o fotógrafo Sebastião Salgado, o ex-ministro do STF Francisco Rezek e o pianista Arthur Moreira Lima? Todos moraram em Paris e tiveram em um determinado momento o mesmo endereço: a Casa do Brasil na França.

Criado em 1959, o espaço foi concebido para receber estudantes e pesquisadores, principalmente nos níveis de mestrado e doutorado, de passagem pela capital francesa. Situado dentro da Cidade Universitária de Paris (Cité Universitaire), o prédio é uma das 40 residências internacionais e é financiada principalmente pelos aluguéis pagos pelos moradores. “Mas é preciso se inscrever com bastante antecedência”, explica Leda Guillemette, que dirigiu a fundação nos últimos dois anos. A Casa pode acolher no máximo 120 hóspedes simultaneamente – 80% brasileiros e 20% estrangeiros – e dá prioridade para os bolsistas. Além disso, os residentes podem ficar até três anos hospedados, mas durante o verão no hemisfério norte, entre julho e setembro, a direção recebe hóspedes para estadias mais curtas.

Mas nem todos os que procuram a Casa do Brasil querem morar no local. Como o prédio mistura as linhas do brasileiro Lúcio Costa e as ideias e cores do suíço Le Corbusier, ele já se tornou dos mais visitados da Cidade Universitária, atraindo turistas ou futuros arquitetos. “As escolas sempre trazem os estudantes de arquitetura. Também vemos muitos adolescentes dos colégios de Paris, sentados no chão, desenhando todos os aspectos da casa”, relata Leda.

“A Casa também tem um teatro, que recebe lançamentos de livros, pianistas e eventos culturais que lembrem o Brasil e a riqueza da cultura brasileira”, ressalta a diretora. Além disso, a fundação organiza ciclos de conferências quinzenais nas quais os residentes apresentam seus trabalhos. “É uma maneira de valorizar a pesquisa científica dos brasileiros que estudam aqui”, explica Leda.


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