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Europa

Julian Assange realiza teste de DNA para polícia sueca

media A promotora sueca Ingrid Isgren deixa a embaixada do Equador em Londres em 15 de novembro de 2016. REUTERS/Neil Hall

A análise do DNA de Julian Assange solicitada pela justiça sueca, que o processa por estupro, foi realizada na embaixada do Equador no Reino Unido, onde o fundador do WikiLeaks se refugiou, declarou nesta segunda-feira (28) o procurador-geral do Equador, Galo Chiriboga.

O Ministério Público sueco solicitou a seu homólogo equatoriano um teste de DNA de Julian Assange, durante o interrogatório realizado em meados deste mês na embaixada do Equador em Londres, onde o australiano pediu asilo em junho de 2012.

O procurador-geral do Equador ressaltou que o atraso na investigação do crime, que será prescrito em 2020, "não pode ser atribuído ao Equador, mas ao Ministério Público sueco". O resultado do processo contra Assange - acusado por uma jovem sueca em 2010 de estupro - não será rápido, porque "é claro que a acusação [sueca] não tomou as medidas adequadas para a investigação”, criticou a autoridade equatoriana.

Julian Assange reivindicou sua inocência e se recusou a ir para a Suécia por medo de ser extraditado para os Estados Unidos, que querem julgá-lo pela publicação de mais de 250 mil documentos secretos revelando as entranhas da diplomacia americana, especialmente no Afeganistão e Iraque.

Durante a campanha presidencial americana, o WikiLeaks também divulgou milhares de mensagens piratas de pessoas próximas a Hillary Clinton, levando John Podesta, chefe de campanha da candidata democrata, a acusar Julian Assange de ajudar o candidato republicano e agora presidente eleito, Donald Trump.

Assange ainda é perseguido por um mandado de prisão internacional e Londres lhe nega o salvo-conduto que lhe permitiria deixar a embaixada equatoriana e se instalar diretamente no Equador, país que lhe ofereceu asilo.

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