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Europa

Escócia anuncia projeto para novo referendo de independência

media A Escócia votou em massa pela permanência na União Europeia. ADRIAN DENNIS / AFP

O governo regional da Escócia vai divulgar na próxima semana o rascunho de um projeto de lei para organizar um novo referendo de independência em resposta ao Brexit, anunciou nesta quinta-feira (13) a primeira-ministra Nicola Sturgeon, durante congresso anual do Partido Nacional Escocês (SNP), em Glasgow.

Desde o referendo britânico que aprovou a saída da União Europeia (UE), em 23 de junho, Sturgeon afirma que pretende explorar "todas as opções" para proteger o espaço da Escócia, onde o apoio à permanência no bloco europeu foi majoritário.

"Enfrentamos uma ruptura dura (com a UE) imposta pela ala mais à direita do Partido Conservador", declarou Sturgeon em referência ao governo da primeira-ministra britânica, Theresa May.

"May não tem o mandato para retirar do mercado único nenhuma parte do Reino Unido", afirmou a líder escocesa, acrescentando que isso pode custar a perda de 80 mil empregos na Escócia.

O primeiro referendo de independência aconteceu em setembro de 2014 e terminou com a vitória dos partidários da permanência no Reino Unido (55%-45%). O anúncio do projeto de lei é visto como "um ultimato" - nas palavras de Toni Giugliano, conselheiro do SNP de Edimburgo - a May, para que esta apresente um modo de manter a Escócia na UE.

Theresa May insiste que "Reino Unido vai negociar como Reino Unido"

Mas Theresa May foi muito clara no congresso do Partido Conservador na semana passada: o Brexit não é negociável e não haverá exceções. "Votamos no referendo como Reino Unido, negociaremos como Reino Unido e deixaremos a União Europeia como Reino Unido", disse May.

Nas últimas semanas, o governo conservador tem dado a entender que dará prioridade ao controle da migração europeia que pertencia ao mercado único, provocando assim temores pelo futuro econômico, que se traduziu na recente queda da libra.

Em seu discurso no Congresso, Sturgeon acusou o governo May de "xenofobia" e de transformar os estrangeiros em "bodes expiatórios".
 

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