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Europa

Relatório mostra que voo MH17 foi derrubado por míssil russo

media Investigadores holandeses apresentam relatório sobre a queda do voo MH17 da Malaysia Airlines nesta quarta-feira (28) em Haia. REUTERS/Anthony Deutsch

A justiça da Holanda anunciou nesta quarta-feira (28) que o míssil que derrubou o voo MH17 em 2014 era de origem russa e foi lançado de um campo no leste ucraniano, dominado pelos rebeldes separatistas pró-Moscou. Cerca de cem de pessoas envolvidas no disparo do projétil foram identificadas, informaram os investigadores em Haia.

"Nossa investigação demonstrou que o local de onde o míssil foi disparado se encontrava em mãos rebeldes", afirmou Wilbert Paulissen, um dos chefes da investigação do caso que envolve a queda do avião da Malaysia Airlines, em 17 de julho de 2014. Logo depois do incidente, o sistema russo de lançamento se mísseis BUK foi levado de volta para a Rússia, reiterou Paulissen.

Já o coordenador da investigação, Fred Westerbeke, indicou que cerca de cem pessoas tiveram um "papel ativo" no transporte do sistema de mísseis russos BUK, bem como sua instalação. No entanto, ele sublinhou que "ninguém é automaticamente considerado como suspeito" e pediu que os envolvidos contatem os investigadores para se explicarem ou fornecer informações suplementares.

O itinerário utilizado para o transporte do sistema foi reconstruído pela equipe de investigação através de fotos, vídeos, testemunhos e conversas telefônicas. Os investigadores ignoram, no entanto, se os soldados receberam ordem para atirar ou se agiram por conta própria.

Rússia nega implicação no caso

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, insistiu nesta quarta-feira que a Rússia forneceu "informações completas" aos investigadores. "Dados de radar identificaram todos os objetos voadores que poderiam ter sido lançados ou que estavam sobrevoando o território controlado pelos rebeldes naquele momento. As informações são claras: não havia míssil. Se houvesse, só poderia ter sido disparado de outro local", declarou.

Todos os passageiros e membros da tripulação, 298 pessoas, morreram na queda do Boeing 777 da Malaysia Airlines, que fazia o trajeto entre Amsterdam e Kuala Lumpur. A maioria das vítimas tinha nacionalidade holandesa.

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