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Três mil bombeiros combatem uma centena de incêndios florestais em Portugal

media Bombeiro combate incêndio florestal em Bustelo, norte de Portugal. AFP/Miguel Riopa

Depois de atingir o norte de Portugal, os incêndios florestais se estendem nesta terça-feira (9) à ilha da Madeira e à região sul do país. Durante a madrugada, bombeiros evacuaram 300 pessoas nas proximidades de Funchal, onde casas e fábricas foram destruídas pelo fogo, sem causar vítimas. Os incêndios na ilha da Madeira levaram o poder executivo da ilha a ativar o Plano de Contingência Regional.

Em Silves, no sul de Portugal, o fogo levou à remoção de 50 pessoas de suas casas. Dois focos registrados nos distritos de Faro e Beja foram rapidamente debelados.

A região norte do país continua a mais afetada pelos incêndios. Os focos mais preocupantes estão nas matas e florestas no entorno de Aveiro, Braga, Guarda, Viana do Castelo, Viseu, Porto e Leiria. Mas até a capital, Lisboa, amanheceu hoje com o céu escurecido por uma camada de fumaça.

Segundo balanço das autoridades, na manhã desta terça-feira cerca de 3 mil bombeiros atuavam no combate a 108 focos de incêndio em todo o território português. Os esforços envolvem mais de 900 caminhões de bombeiros e aviões, que despejam água para limitar a propagação das chamas. Os ventos fortes e as temperaturas elevadas, entre 35°C e 40°C, dependendo da região, espalham dificultam o combate ao fogo.

O Secretário de Estado da Administração Interna de Portugal admite que “não é aceitável o número de incêndios que os bombeiros combatem diariamente no país durante o verão”. Só na segunda-feira, foram registrados quase 400 focos de fogo em todo o país.

Segundo especialistas, há décadas, Portugal enfrenta um problema crônico de falta de gestão das matas e do espaço rural. Esta situação favorece os incêndios no alto verão.

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