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Espanha segue sem maioria para governar após eleições parlamentares

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Espanha segue sem maioria para governar após eleições parlamentares
 
Mariano Rajoy,o presidente do partido popular, e os militantes do partido festejam a vitória REUTERS/Marcelo del Pozo

Pela segunda vez em seis meses, a Espanha foi às urnas neste domingo (26) para escolher um novo chefe de governo e renovar seu Parlamento. O vencedor foi novamente o conservador Partido Popular, atualmente no poder, mas a sigla não conseguiu maioria para governar. O resultado mergulha o país em uma incerteza política ainda maior, após meses de tentativas, em vão, de uma aliança entre os partidos para formar um governo

 

Luisa Belchior, correspondente da RFI em Madri

A sigla de Rajoy conseguiu um terço dos votos, obtendo 137 assentos no Parlamento, 14 a mais do que em dezembro. É um número insuficiente para governar, já que a maioria é de 176 votos. Em segundo lugar ficou o Partido Socialista, que as pesquisas de opinião davam como terceiro colocado. Os socialistas levaram 85 cadeiras no Parlamento, à frente dos 71 conquistados pelo Podemos, a sigla de extrema-esquerda que terminou em terceiro lugar. Em quarto ficou o Cidadãos, um partido jovem catalão de centro-direita, que angariou 32 assentos parlamentares. Esses três partidos perderam votos na comparação com a votação de dezembro.

O resultado complica a formação de uma aliança, principalmente porque o Podemos e Cidadãos, partidos menores, mas vistos como peças-chave para esses acordos, perderam votos. Agora, a única aliança que garante a maioria no Parlamento é entre os conservadores e os socialistas, tradicionais adversários que se revezam no poder desde a reabertura democrática da Espanha, na década de 1980.

Líder dos socialistas recusa aliança com chefe do governo

O  líder dos socialistas, Pedro Sánchez, já avisou no domingo que não fará um pacto com Mariano Rajoy, que disse que começaria já nesta segunda-feira a conversar com líderes de outros partidos. O socialista Pedro Sánchez reconheceu a derrota, mas disse que sua sigla continua sendo a liderança da esquerda, fragmentada no país em parte por conta de sua baixa popularidade entre os eleitores tradicionais de seu partido. Já o líder do Podemos, Pablo Iglesias, um dos grandes destaques deste pleito por aparecer em segundo nas principais pesquisas, pediu união das forças progressistas do país para combater o conservadorismo. O líder do Cidadãos, o jovem Albert Rivera, disse que o resultado não deixa de mostrar o poder das novas forças de centro no país.

Espanha segue sem governo

Os partidos mergulham a partir desta segunda-feira em uma nova roda de negociações, algo que fizeram em vão nos últimos seis meses. O único pacto obtido foi entre os socialistas e o Cidadãos, mas o número de votos dos dois não garantia a maioria para governar. Sem alianças, o rei da Espanha, Felipe VI, normalmente alheio à decisões políticas, interveio e convocou novas eleições, realizadas no domingo. Mas o pleito só aumentou a incerteza política e o ceticismo dos espanhóis com seus governantes, que já falam de uma terceira possível eleição ainda este ano, na falta de novos pactos. Enquanto isso, a Espanha é comandada por um governo interino, com Rajoy à frente mas sem conseguir aprovar medidas importantes, como as reformas que a União Europeia vem exigindo de Madri.


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