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Europa

Morte de deputada influencia permanência dos britânicos na UE

media O "Brexit" é a abreviação das palavras em inglês Britain (Grã-Bretanha) e exit (saída). No próximo 23 de junho os eleitores britânicos votarão para permanecer na União Europeia ou não. REUTERS/Jon Nazca

A três dias do plebiscito sobre a manutenção do Reino Unido na União Europeia, as pesquisas mostram que o resultado ainda é inesperado, mas os mercados financeiros apostam que os britânicos vão continuar na União Europeia.

A morte da deputada trabalhista Jo Cox, assassinada quinta-feira (16) em Birstall, no norte da Inglaterra, teria influenciado o eleitorado. O suspeito, Thomas Mair, detido em uma prisão de alta segurança em Belmarsh, teria defendido a saída do Reino Unido do bloco durante sua primeira audiência no tribunal de Westminster. “Morte aos traidores, liberdade para o Reino Unido”, gritou.

O crime chocou o país e provocou a suspensão da campanha até sábado à noite. Para muitos especialistas, ele fará com que o debate “esfrie” e influenciou as últimas pesquisas e o mercado. A bolsa de Londres abriu em alta de 3% nesta segunda-feira (20), atenuando os temores dos investidores – pelo menos temporariamente.

A aposta agora é de que o Reino Unido se mantenha no bloco. A ex-secretária das Relações Exteriores Sayeeda Warsi, favorável à saída da Grã-Bretanha do bloco, também decidiu mudar de opinião. Ela denunciou a postura xenófoba de alguns partidos, como o Ukip. Seu líder, Nigel Farage, lançou um cartaz de campanha com a menção “Breaking Point” (Ponto de Ruptura). A foto no fundo mostra uma fila de refugiados.

“Estamos prontos para contar mentiras, espalhar o ódio e a xenofobia, apenas para ganhar uma campanha?”, declarou. “Para mim, isso já foi longe demais.” O ministro das Finanças George Osborne comparou o cartaz a uma “propaganda nazista dos anos 30”. O chefe da diplomacia Philip Hammond também preveniu que uma saída da União Europeia seria “irreversível”.

Libra pode despencar, alertam prêmios Nobel

Em uma carta enviada ao jornal The Guardian nesta segunda-feira, dez prêmios Nobel de Economia alertaram para uma decisão equivocada, em caso de uma eventual saída do país do bloco, que "fragilizaria a economia" britânica por vários anos. De acordo com eles, a libra poderia cair no nível do euro.
 

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