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Europa

Itália apresenta plano para gerenciar crise migratória

media O primeiro-ministro italiano Matteo Renzi REUTERS/Edgard Garrido

Os principais responsáveis europeus são esperados nesta quinta e sexta-feira (6) em Roma para discutir as propostas do governo italiano sobre a crise migratória.

A chanceler alemã Angela Merkel deve se encontrar com o chefe de governo italiano, Matteo Renzi, às 14h. Em seguida, ele receberá o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Junker, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, e o presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz. Às 18h30, Renzi estará à frente de uma conferência no Capitólio sobre o futuro da União Europeia. O local é simbólico: foi lá que foi assinado o Tratado de Roma, em 1957.

Entre os assuntos, estão a retomada das discussões sobre a dívida grega e o referendo britânico e a crise migratória, que necessita de uma “resposta comum” segundo o governo italiano.

O questionamento de alguns membros do bloco envolvendo o tratado de Schengen e as ameaças da Áustria de reforçar o controle do túnel estratégico de Brenner configuram uma crise “mais perigosa que a do euro há alguns anos”, disse o ministro italiano das Finanças, Pier Carlo Padoan.

Com mais de 28.500 migrantes instalados no território desde o início do ano, um nível comparado a 2014 e 2015 – a Itália se tornou a principal porta de entrada para a Europa desde o fechamento da rota dos Balcãs e o acordo sobre o envio para a Turquia dos novos refugiados que chegam à Grécia.

Itália apresenta plano

Paralelamente, o sistema de repartição dos migrantes proposto pela UE, que prevê uma multa de € 250 mil por cada pedido de asilo recusado, não mudaria nada para a Itália. O dispositivo poderia ser aplicado para certas nacionalidades, como sírios ou iraquianos, praticamente ausentes nas embarcações socorridas neste ano na costa líbia.

Para enfrentar essa situação, a Itália propôs à União Europeia um plano chamado “Migraçao Compacta”, que visa ajudar os países de origem dos imigrantes e cooperar com os países intermediários, caso da Turquia e da Líbia.

 

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