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Europa

Líderes internacionais criticam postura europeia de combate ao terrorismo

media Os ministros das Relações Exteriores da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier (à esquerda), e da Rússia, Serguei Lavrov, em reunião nesta quarta-feira (23). Reuters

Autoridades políticas de diferentes países criticaram as ações que a Europa vem tomando para controlar a onda de ataques terroristas que têm vitimado o continente. Depois dos dois ataques em Paris, Bruxelas foi palco de mais um atentado realizado por radicais islâmicos.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, disse que a União Europeia deve deixar de fazer “jogos geopolíticos” e se unir à Rússia na luta contra os terroristas. “Eu espero realmente que os europeus deixem de lado estes jogos geopolíticos e se unam (com a Rússia) para não permitir que os terroristas tomem o controle do nosso continente”, afirmou Lavrov durante uma entrevista coletiva que concedeu ao lado do ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier. Eles participam de um encontro na capital russa para tratar da transição política na Síria.

Em Israel, o ministro dos transportes, Israel Katz, disse que os europeus são laxistas diante do terrorismo, ironizando como forma de exemplo a paixão dos belgas pelo chocolate. "Se na Bélgica continuarem comendo seu chocolate, aproveitando a vida, se apresentando como grandes liberais e democratas, sem levar em conta que uma parte dos muçulmanos que estão ali organizam atos terroristas, não serão capazes de lutar contra eles".

Belgas foram ingênuos, afirma ministro francês

Katz também criticou o "presidente americano" e os "dirigentes europeus" por não estarem preparados para "dizer que a luta é contra o terrorismo islâmico". "Quando você não define seu inimigo, não pode liderar uma campanha mundial", acrescentou o ministro, um dos principais rivais no Likud do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

Na segunda-feira, o ministro das Ciências, da Tecnologia e do Espaço, Ofir Akunis, lamentou que a Europa tenha preferido criticar Israel em vez de lutar contra o risco de "células terroristas islâmicas" em seu território.
Na França, o ministro das Finanças, Michel Sapin, disse que os responsáveis políticos belgas podem ter sido “ingênuos” frente à radicalização islâmica que vem acontecendo no país, deixando prosperar uma forma de comunitarismo em alguns bairros da capital Bruxelas. “Eu não sei se houve uma vontade ou falta de vontade, por parte de alguns líderes políticos belgas, talvez querendo fazer o melhor, talvez querendo permitir uma boa integração, optaram por deixar que estas comunidades se desenvolvessem. Pode ser também uma forma de ingenuidade”, criticou Sapin.

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