Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 19/10 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 19/10 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 19/10 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 19/10 09h57 GMT
  • 09h33 - 09h57 GMT
    Programa 19/10 09h33 GMT
  • 09h30 - 09h33 GMT
    Jornal 19/10 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 18/10 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 18/10 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Europa

Celulares chineses desafiam Apple e Samsung com lançamentos em Barcelona

media Smartphones da marca chinesa Huawei projetados em telão. REUTERS/Valentin Flauraud

As novidades apresentadas no Congresso Mundial de Telefonia Móvel, aberto nesta segunda-feira (22) em Barcelona, estão em destaque nos jornais franceses.

Vendo que os aparelhos chineses chegam neste ano com força ao evento em Barcelona, o jornal Aujourd'hui en France compara algumas marcas chinesas com as líderes Apple e Samsung. O modelo Huawei Mate 8 é ultrarrápido, agradável para quem joga videogame e ideal para homens e mulheres com mãos grandes, devido ao tamanho XXL do aparelho, indica o jornal francês. O Meizu Pro 5 é apresentado como uma boa imitação do iPhone, a preço acessível. Já o Alcatel One Touch Idol 3, que já foi uma marca francesa, mas hoje é fabricado pela chinesa TCL, tem a melhor relação qualidade e preço, vendido no mercado europeu a € 200.

Entre os 10 maiores fabricantes de smartphones do mundo, sete são chineses, lembra Aujourd'hui en France. Marcas como Huawuei, ZTE, Lenovo, Xiaomi, Oppo e TCL vão representar a metade dos smartphones em uso no planeta até o final do ano. Na Europa, um aparelho de marca chinesa custa de € 200 a € 300 mais barato que um iPhone ou Samsung, e 97% deles utilizam o sistema Android, da Google.

Marcas sul-coreanas contra-atacam

Contra a ameaça que a indústria chinesa representa, as sul-coreanas Samsung e LG apostam na performance e na originalidade. O Galaxy 7, da Samsung, apresentado ontem em Barcelona, é ideal para videogames. Já o principal trunfo do modelo LG G5 é sua bateria externa, que pode ser substituída por outros aplicativos quando o aparelho está carregado.

O diário especializado em economia Les Echos relata que o evento conta, neste ano, com participantes vindos de horizontes além da telefonia, como as gigantes da web, montadoras de veículos e até empresas especializadas em cruzeiros marítimos. "Todos oferecendo serviços e atrás de oportunidades de crescimento", diz o texto Do banco virtual ao carro conectado ou às novas jóias tecnológicas, o congresso "high tech" tenta inovar para seduzir um número ainda maior de consumidores.

Vendas de smartphones explodem em três anos

Libération publica uma série de gráficos com a evolução das vendas de smartphones nos últimos três anos. O salto é enorme. O sistema Android, da Google, é de longe o líder do setor, equipando o maior número de celulares no mundo, mas é o sistema IOS, da Apple, o que mais dá lucro. Adicionando a Samsung, campeã na venda de aparelhos, esse "trio infernal" domina o setor da telefonia móvel, escreve Libération.

Na avaliação do jornal, o fato de a indústria do smartphone "ainda ser jovem e imatura, é natural que ela seja olipolizada, e os consumidores são obrigados a conviver com essas empresas ultradominantes". Para os concorrentes, sobram as migalhas. A Apple, com seu posicionamento de alto valor agregado, há tempos ganhou a guerra. Libération lembra que no quarto trimestre de 2015, o grupo criado por Steve Jobs, que tem 68% do seu faturamento proveniente do iPhone, registrou um lucro de US$ 18,3 bilhões, um recorde na história do capitalismo.

Le Figaro nota que os smartphones entram na era da realidade virtual e se transformam em computadores de bolso. O mercado de telefonia móvel, estimado hoje em US$ 400 bilhões, vai continuar em expansão.

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.