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Europa

Eslovenos contrariam parlamento e rejeitam casamento gay em referendo

media Cidadã eslovena votando no referendo de domingo. REUTERS/Srdjan Zivulovic

Os eslovenos rejeitaram, neste domingo (20), o casamento homossexual aprovado pelo Parlamento, em um referendo no qual o "não" obteve mais de 60%. O resultado é considerado uma derrota para os ativistas dos direitos homossexuais, que esperavam ver a Eslovênia, de maioria católica, se tornar o primeiro entre os ex-países comunistas europeus a reconhecer a união entre pessoas do mesmo sexo.

O referendo mobilizou apenas pouco mais de um terço do eleitorado. O "não" ao casamento entre pessoas do mesmo sexo obteve 63,48% dos votos, informou a Comissão Eleitoral, após a apuração de 99,9% das urnas. A participação chegou a 35,5% do padrão, percentual suficiente para validar a consulta, para o que são necessários pelo menos 20%.

Uma lei que autoriza o casamento gay havia sido aprovada há 10 meses no Parlamento. Os adversários do casamento entre pessoas do mesmo sexo, apoiados pela oposição de direita e a Igreja Católica, conseguiram convocar o referendo após a aprovação da lei no Parlamento, em março.

18 países

A lei aprovada em março redefiniu o matrimônio como a "união de duas pessoas independente de seu sexo". Foi adotada como grande apoio da esquerda e do partido de centro do primeiro-ministro Miro Cerar, concedendo aos casais homossexuais os mesmos direitos dos casais heterossexuais, incluindo o direito de adoção.

Mas a convocação do referendo suspendeu a aplicação da lei. O primeiro-ministro e o presidente Borut Pahor apoiavam o 'Sim', em nome da igualdade de direitos. O casamento entre pessoas do mesmo sexo é legal em 18 país, sendo 13 deles na Europa. No último mês de maio, a Irlanda se tornou o primeiro a aprovar a medida através de referendo popular.

(Informações da AFP)

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